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Dicas para construção de uma família feliz. Parte VI

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Nem toda transgressão tem que ser punida.

Por Renato Vargens

Nesta semana eu ouvi no "Bem amigos" ( programa esportivo do Esporte TV), que o Jornalista Armando Nogueira era uma pessoa que sabia lidar muito bem com o erro dos outros. Ao ouvir essa afirmação, foi inevitável não pensar naquelas pessoas, que por qualquer desvio ou erro dos seus filhos, descem o cajado sobre eles. Pois é, por acaso você já se deu conta que da existencia de pais que não sabem lidar com a transgressão dos seus filhos? Pois é, nem toda transgressão tem que ser tratada com punição.

Claro que existem situações que limites precisam ser estabelecidos, no entanto, nem todos os momentos em que acontece uma transgressão a criança tem que ser punida, mesmo porque transgredir em alguns casos é a afirmação das dúvidas existentes no coração dos pequeninos.

Caro leitor, a transgressão é um espaço de indeterminâncias. Um espaço repleto de possibilidades de sentidos, significados e representações daquilo que vai se constituindo como certo e errado. Ouso afirmar que em alguns casos uma transgressão pode ser mais positiva na formação do caráter de uma criança do que a obediência cega a uma ordem despótica dos pais.

Infelizmente alguns pais fizeram do seu lar um tipo de reality show, onde câmeras filmam e fotografam as falhas e erros dos seus filhos, trazendo sobre eles a punição merecida pelos seus "fracassos." A consequência direta disso é que alguns destes meninos e meninas estão crescendo cheios de medo e pavor, isso sem falar é claro, de que vão viver uma vida aquém do esperado, simplesmente pelo fato de que sua auto-estima foi severamente afetada por tanta repreensão.

Isto posto, afirmo que não vale pena brigar por tudo!

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Dicas para construção de uma família feliz. - Parte III

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Não mande a bruxa subir na vassoura
Por Renato Vargens

Jararaca! Não suporto aquela bruxa! Infelizmente não são poucas as noras que fazem de suas sogras verdadeiras feiticeiras. Na verdade, como todos sabemos algumas noras e sogras não conseguem conversar e conviver no mesmo lugar e há até algumas que abandonam o casamento por conta da interferência constante da sogra na vida do casal.

A relação entre sogra e nora/genro é tão complicada que os pára-choques de caminhão estão repletos de frases de efeito: “Sogra não é parente. É castigo. Sogra boa é a que já morreu. Corro, porque minha sogra vem aí. Se sogra fosse coisa boa, Cristo não teria morrido solteiro. Sogra e madrasta, só o nome basta.”

Brincadeiras a parte, noras e sogras brigam para conquistar espaço na estrutura familiar, e não é raro uma querer mostrar mais conhecimento de causa que a outra. Os motivos do bate-boca geralmente são: criação de filhos, vida profissional, capacidades culinárias, potencial de fazer a família feliz, organização do lar, e muito mais. Para complicar ainda mais a situação a nora não suporta a forma como a sogra “se intromete” na relação do casal. E a sogra como a nora trata o seu filho.

Pois é, as batalhas travadas entre noras e sogras têm levado a muitas famílias aborrecimentos seriíssimos. Na verdade não poucos os lares onde os conflitos familiares se multiplicam a olhos vistos simplesmente pelo fato de sogras e noras não conseguem conviver de forma pacifica.
Isto posto, que tal levantar a bandeira branca? O que você acha de abandonar as implicâncias tolas e mesquinhas em prol da família?

A experiência pastoral me mostra que não são poucas as vezes que na vida polemizamos desnecessariamente com aqueles que nos relacionamos. Quantas vezes não fazemos um “cavalo de batalha” em questões banais e insignificantes? Por acaso já percebeu de que quando você trava algumas “brigas ou discussões” com seus filhos, amigos ou cônjuges ou sogra, na maioria das vezes você não chega a lugar nenhum?

Caro leitor, o diabo nosso adversário é astuto e perspicaz em ações e atitudes. Cuidado com suas arguciosas ciladas. Ele sabe que desviando os seus olhares do foco, conseguirá tornar sua vida amarga e sem sabor, além obviamente de lhe proporcionar fissuras em suas relações interpessoais.

Fonte: Renato Vargens
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Dicas para construção de uma família feliz. - Parte I

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Gentileza gera gentileza
Por Renato Vargens

Os que vivem neste mundo pós-moderno se caracterizam por um estilo de vida hedonista onde o que importa é satisfazer prioritariamente suas vontades, independente de que isso signifique atropelar conceitos, idéias e pessoas. Infelizmente as relações neste inicio de século XXI se fundamentam em trocas e barganhas onde o mais importante é descobrir o que eu posso ganhar e lucrar. Aliais, você já se deu conta que os relacionamentos interpessoais estão absolutamente desprovidos de afetividade, respeito, generosidade e gentileza? Por acaso já percebeu que a filosofia reinante nos corações é a da farinha pouca, meu pirão primeiro?

Há pouco li a história de um casal que tomava café da manhã no dia de suas bodas de prata. A mulher passou a manteiga na casca do pão e o entregou para o marido, ficando com o miolo. Ela pensou: "Sempre quis comer a melhor parte do pão, mas amo demais o meu marido e, por 25 anos, sempre lhe dei o miolo. Mas hoje quis satisfazer meu desejo. Acho justo que eu coma o miolo pelo menos uma vez na vida". Para sua surpresa, o rosto do marido abriu-se num sorriso sem fim e ele lhe disse: - Muito obrigado por este presente, meu amor. Durante 25 anos, sempre desejei comer a casca do pão, mas como você sempre gostou tanto dela, jamais ousei pedir!

Caro leitor, a história em questão nos ensina que o amor deve ser generoso e não egoísta. Durante vinte cinco anos, ambos se preocupavam mais em satisfazer o outro do que a si mesmo. Para eles o mais importante era a satisfação do parceiro do que a própria satisfação pessoal.

Como já escrevi inúmeras vezes a gente colhe o que planta. Ninguém que planta batatas, colherá cenouras. Quem semeia gentileza, colherá gentileza, em contrapartida, o que semear discórdia e egoísmo colherá frutos podres e desagradáveis.

E você, de que maneira tem se relacionado com sua família?

Fonte: Renato Vargens

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Pais superprotetores travam cérebro dos filhos

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Pais superprotetores inibem mais que a liberdade de seus filhos: eles também arriscam reduzir a velocidade de crescimento do cérebro em uma área vinculada a doenças mentais

Por Sheila Bastos

Um novo estudo mostrou que as crianças cujos pais são superprotetores ou negligentes sejam mais suscetíveis a desordens psiquiátricas que, por sua vez, são associadas a problemas em parte do córtex pré-frontal.

Para pesquisar o vínculo entre o comportamento dos pais e o problema mental dos filhos, Kosuke Narita, da Universidade de Gunma, no Japão, analisou os cérebros de 50 pessoas na faixa dos 20 anos e pediu a eles que respondessem a um questionário sobre sua relação com os pais durante os primeiros 16 anos de suas vidas.

Os pesquisadores utilizaram um modelo de questionário chamado 'Instrumento de Vínculo Paterno e Materno', uma maneira internacionalmente reconhecida de avaliar o relacionamento dos filhos com seus pais.

O método pede aos participantes que deem notas aos seus pais de acordo com declarações como 'Não queria que eu crescesse', 'Tentou controlar tudo o que eu fazia' e 'Tentou me deixar dependente dele/dela'.

Pais negligentes

A equipe de Narita descobriu que os jovens com pais superprotetores tinham menos massa cinzenta em uma área particular do córtex pré-frontal, em relação àqueles que tiveram relações saudáveis com seus pais.

Esta parte do córtex pré-frontal se desenvolve durante a infância, e anomalias lá são comuns em pessoas com esquizofrenia e outras doenças mentais.

Narita e seu grupo propuseram que a liberação excessiva do hormônio do estresse cortisol, devido tanto à negligência, ou à atenção exagerada e a reduzida produção de dopamina (neurotransmissor estimulante) como resultado do relacionamento inadequado dos pais com os filhos bloqueia o crescimento da massa cinzenta.

Anthony Harris, diretor da Unidade de Desordens Clínicas, no Hospital Westmead, em Sydney, Austrália, diz que o estudo é importante por destacar para a comunidade ampla que a maneira como os pais se relacionam com os filhos tem efeitos de longo prazo sobre os jovens.

Acusando os pais

No entanto, Harris acrescenta que as diferenças observadas no cérebro não são sempre permanentes. 'Muitos indivíduos demonstram grande resiliência [capacidade de superar problemas]', diz ele.

Stephen Wood, que estuda o desenvolvimento dos adolescentes no Centro Neuropsiquiátrico de Melbourne, na Austrália, diz que o relacionamento dos pais com os filhos não pode ser necessariamente acusado pelas anomalias cerebrais.

Ele ressalta que os indivíduos estudados podem ter nascido com as anomalias e, como resultado, não se deram bem com seus pais, ao invés de ser o processo contrário ter acontecido.

Wood também discorda da decisão dos pesquisadores de excluir indivíduos de classe socioeconômica inferior e pais sem instrução escolar --dois fatores conhecidos por contribuir para má performance em testes cognitivos.

'O efeito que eles encontraram pode ser real, mas por que se preocupar com a educação dada pelos pais se há outros fatores que podem ter impacto mais forte?', questiona ele.


Fonte: New Scientist; Via: O Galileo
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A parábola de dois vôos e uma Salvação!

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Em um longo e demorado vôo, desses que dá tempo de jantar e almoçar dentro do avião, aconteceu um fato no mínimo intrigante.

Uma aeromoça se aproximou de um passageiro e lhe ofereceu um para-quedas, afirmando que com aquele para-quedas sua viagem iria ser muito mais confortável, muito mais feliz, que na companhia dele nunca mais teria problemas em suas viagens, e que até seu conceito de viagens aéreas mudaria a partir daquele momento. Bom, depois de tanta insistência, o homem o aceitou, prendeu bem forte em suas costas e sentou-se, quer dizer, tentou sentar.

O para-quedas ocupava quase todo o espaço da poltrona, deixando-o nada confortável. Nesse momento já é hora de começar a duvidar das palavras da aeromoça. Mas nosso personagem resolve acreditar por um pouco mais de tempo e esperar para ver se a situação mudaria. E mudou mesmo! As pessoas a sua volta começaram a rir dele, apontavam para ele e o chacoteavam por estar de para-quedas e tentando equilibrar-se na poltrona. A partir deste momento ele não agüentou mais, começou a chingar o para-quedas, chamando-o de inútil, disse que não acreditava nele, que na verdade ele nem existia, e enquanto falava mal tirou-o e colocou sob sua poltrona.

Em quanto isso em outro vôo a história se repete sob circunstâncias diferentes.

Uma aeromoça aproximou-se de um dos passageiros e lhe ofereceu um para-quedas enquanto lhe explicava o que estava para acontecer. Disse ao passageiro que haviam encontrado um grande problema no avião, e que por enquanto o vôo seguiria estável, mas que certamente em algum momento cairia. Mais do que de pressa o passageiro pegou o para-quedas de suas mãos, prendeu-o bem as suas costas e neste momento não estava muito preocupado se iria se equilibrar na poltrona ou iria sentar-se no chão mesmo.

Nesta parábola, o avião é o mundo, o vôo é a nossa vida e o para-quedas é Jesus.

Temos aqui duas formas em que o evangelho de Cristo está sendo pregado. Uma é o evangelho da facilidade, da prosperidade, onde se troca Jesus por promessas de conforto, felicidade, uma vida estável, família transformada, muito dinheiro e tudo mais. É fácil “aceitar”, ou melhor, receber Jesus como ônus por essas “bençãos”. O problema é que quando o evangelho de verdade começa a aparecer, não se torna tão fácil permanecer com esse Jesus negociante.

Quando uma pessoa aceita Jesus em troca de promessas, na adversidade O abandona. Coloca toda a culpa das desgraças da vida nEle, e o joga para debaixo da poltrona.

Receber a Jesus não é fazer uma troca com Deus. Mas sim entregar-se a Ele reconhecendo que sua vida não é o que Deus espera que seja, na esperança que o Espírito Santo produza o verdadeiro arrependimento, há a necessidade humilhar-se a Ele (Mt 5.3-12), de escolher o que é certo em lugar do que é fácil, de dedicar a sua vida em favor dos outros mais do que de si próprio, de mudar os valores mundanos pelos valores de amor e justiça ensinados por Ele.

Jesus veio e levou sobre si todas as nossas iniqüidades, e se dispôs como para-quedas para nos salvar das desgraças que virão, isso não significa que não haverá mais sofrimento, dificuldades, doenças e morte, mas sim que Ele passará isso tudo junto de nós.

Imagina agora a aeromoça vindo oferecer café ao homem do segundo vôo, e em uma tribulação derrama todo o café quente sobre o pobre homem. Qual seria a reação dele? Colocaria toda a culpa no para-quedas? Pelo contrário, se apegaria mais ainda a ele com maior esperança de tempos melhores depois desta viagem.

O “Para-Quedas” está a disposição! Basta aceitá-lO.

Fonte: Luz para seu dia
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Pulseiras do sexo?!

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Por Eduardo Gazola

Tá por tudo. Eu já li nos blogs de todo mundo. Está nos blogs seculares: Treta, Andressauro, só pra exemplificar alguns... A moda da gurizada agora são as pulseiras do sexo.

A moda ainda não é evidente aqui, mas na europa (principalmente inglaterra) já virou comum. Um simples adereço, um enfeite, que coisinha bonitinha. Mas você sabe realmente o que seus filhos estão usando?


Vamos aos significados:

* Amarela – um simples abraço
* Rosa – mostrar o peito
* Laranja – dentadinha de amor
* Roxa – beijo com a língua – talvez sexo
* Vermelha – dança erótica à curta distância
* Verde – sexo oral a ser praticado pelo rapaz
* Branca – a menina escolhe o que quiser
* Azul – menina faz sexo oral
* Preta – sexo com a menina na posição “papai-mamãe”
* Dourada – sexo oral simultâneo
* Listrada – sexo na posição “frango assado”
* Grená – sexo anal sem lubrificante
* Transparente – sexo com parentes consanguíneos
* Marrom – sexo escatológico (“brown shower”)


Funciona assim, quem estiver usando a pulseira diz aos demais que está disposto a fazer o que a cor sugere. Quem consegue rebentar a pulseira tem 'direito' ao significado da cor.

Como esperado, quem não usa a pulseira 'tá por fora', é rejeitado na turma e perde sua vez no meio dos outros jovens, adolescentes e crianças. As pulseiras são baratas, facilmente compradas em qualquer banca de revistas. As mais procuradas, ainda segundo os blogs consultados, são as pretas e douradas (sim, sexo realmente).

A verdade por trás disso é que nossa sociedade é sensual, talvez nunca foi tão sensual como nesses dias. Tempos atrás eu conversava com um irmão dizendo que me assusta hoje a sensualidade das escolas. Meninas que estão apenas começando a vida já se vestem como mulheres, e mulheres promíscuas, se vestem unicamente com o intuito de provocar o desejo.

Crianças que nem bem sabem o que estão fazendo. Ou, na pior das hipóteses, sabem bem o que estão fazendo. A nossa sociedade bombardeia esses pequenos com músicas, com filmes, com fotos, com todo tipo de perversidade sexual e eles estão reagindo de alguma forma.

Talvez isso não seja novo, não é, com certeza. Porém com tal intensidade é algo preocupante sim. Basta pensar que essa sociedade pervertida de hoje é fruto das brincadeiras inocentes de nossa infância, então o que será desses que formarão a próxima geração?

E o que fazer? Vocês pais e mães sabem que reprimir não é exatamente a melhor saída. Porém deixar pra ver o que acontece com certeza também não é. O que vai fazer diferença é a influência que vocês exercem sobre seus filhos. As decisões tomadas por eles serão baseadas no que eles viram, ouviram e aprenderam. Se vocês forem uma forte e boa influência sobre seu filho, maior que a influência da sociedade então o peso na balança será maior para o caminho do Senhor. Como vocês tem influenciado seus filhos no seu lar? Que valores têm passado?

Pode ser difícil mudar todo o mundo, mas mudar o seu mundo é possível, influenciar e impactá-lo de modo que ele conheça Deus através de suas atitudes. Somos sal e luz nesse mundo, precisamos reiterar o sabor e iluminar o caminho do mundo que anda em trevas.


***
Fonte: Púlpito Cristão



Comentário de Marco Finito:

Fica o alerta, afinal tudo que é moda no exterior acaba vindo para o Brasil, revestido de uma modernidade perversa e que declina a nossa sociedade ainda mais.



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Pais que não desistem de seus filhos.

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Por Renato Vargens

Esta semana revimos em nossa casa o filme “Procurando Nemo”. Nemo é um pequeno peixe-palhaço, que repentinamente é seqüestrado do coral onde vive por um mergulhador e passa a viver em um aquário. Decidido a encontrá-lo, seu tímido pai sai em sua busca, enfrentando tubarões, águas vivas, e problemas dos mais diversos.

A película nos mostra que Melvin, mesmo diante de seus medos e limitações não mede esforços para recuperar seu filho, até porque, para o pai do desobediente peixe, nada é mais importante do que o regresso de seu rebento a casa do pai.

Por Renato Vargens

À luz desta pequena história fico a pensar em inúmeros pais que pelos motivos mais banais desistiram de seus filhos. Pais que em virtude da rebeldia de uns, da desobediência de outros, abandonaram na estrada da vida aqueles os quais o Senhor os confiou.

Caro leitor, os pais devem ser tolerantes com alguns erros dos seus filhos. Pais que amam, jamais desistem de seus “meninos”. Pais apaixonados não abdicam do privilégio de tê-los ao seu lado, mesmo que estes os decepcionem andando por caminhos tortuosos, continuam esperançosos em tê-los de volta. Pais que amam lutam por seus filhos, “enfrentam tubarões”, ultrapassam limites, vencem sentimentos, na certeza de que no final da história será possível voltar a sorrir.

Pense nisso!

Bolg Renato Vargens
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Pais e Filhos: Uma Relação de cumplicidade!

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Por Renato Vargens

A escola onde meus
filhos estudam tem uma estrutura muito interessante denominada "vivência". Nesta estrutura, os pais são convidados a assistirem juntos com os seus filhos um dia de aula. Na ocasião, cada professor ministra sua aula normalmente, com a diferença é claro, da presença dos pais.

Há alguns anos, quando meu filho Luiz Filipe estava no 4º ano do ensino fundamental, experimentamos momentos absolutamente especiais. Isto porque, tivemos o privilégio de juntos, participamos de todas as atividades escolares, o que gerou em nós um enorme sentimento de cumplicidade. No entanto, o que mais nos marcou foi o momento em que participamos da aula de educação física. Na ocasião, brincamos de bandeirinha, corremos, saltamos e como não poderia deixar de ser, rimos muito. Aliás, rir faz bem, e rir juntamente com os filhos faz a gente se sentir melhor ainda.

Ora, o simples fato de estar inserido no mundo dos filhos e fazer deste mundo o nosso mundo, contribui em muito para o desenvolvimento salutar de suas emoções.
Por acaso você já se deu conta que muitas das vezes nós desenvolvemos para com os nossos filhos uma relação mais repressora do que aliviadora? Na verdade, os pais, na maioria das vezes não conseguem vivenciar o tão desejado equilíbrio. Talvez você esteja dizendo: Ora, não sou repressor, o que faço simplesmente é dar limites!

Tudo bem, limites são importantes, no entanto, você já percebeu que em nome daquilo que achamos certo não permitimos com que nossos filhos vivam a vida de forma alegre, solta e descompromissada?

Meu amigo, quero incentivá-lo a resgatar a fantasia, a celebrar a vida, a festejar a família, além de fazer da sua relação com seus filhos uma relação de cumplicidade e de alegria.

Pense nisso!

Fonte: Renato Vargens
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O grave problema da precocidade Infantil

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Pr. Renato Vargens

Essa geração a qual denomino "fast-food" tem como uma de suas marcas a precocidade infantil. A cada ano que passa, as crianças desse novo tempo vem abandonando praticas da meninice em detrimento de uma maturidade abstrata e superficial. No afã da maturação, muitas vezes incentivados por seus pais, tais crianças, cedo, param de brincar de boneca, de botão, de bola, de pique, e outras coisas mais.

É claro e notório que o lúdico, a fantasia, e as brincadeiras possuem um papel fundamental no desenvolvimento da psiquê humana. Na verdade, os momentos em que as crianças passam se divertindo brincando umas com as outras, contribuem para se desenvolverem tanto emocionalmente como intelectualmente.

Infelizmente a mídia tem tido um papel absolutamente desagregador em nossa sociedade, desconstruindo assim valores indispensáveis à saúde humana.

É inegável que os meios de comunicação ao longo dos anos imprimiram cada vez mais em nossas crianças a aceleração do descobrimento e afloramento precoce da sensualidade e sexualidade. Basta repararmos nas meninas que cada vez mais cedo, abandonam a brincadeira de boneca em detrimento do namoro com um menino. Em contra-partida ao focarmos na garotada logo percebemos que as brincadeiras saudáveis cederam lugar aos vídeos games e jogos eletrônicos que corroboram para o adoecimento da mente e do corpo.

Criança tem que ser criança! Viver o lúdico, a fantasia, desfrutar do riso, da alegria. Até porque, quando isso não acontece, a criança emocionalmente adoece.

Acredito que os pais possuem papel fundamental no resgate de valores da moralidade. E para tanto é indispensável que entendamos que a televisão foi feita para entretenimento do povo e não para ser babá eletrônica de nossos filhos. É imperativo e necessário também que entendamos que queimar etapas em vez de significar promoção social, representa regressão emocional para muitos de nossos infantes.

Quero através deste artigo incentivá-lo a nutrir na garotada o prazer pela vida. A vida é bela, é deve ser vivida momento a momento. Criança deve ser criança, até porque é sendo criança, vivendo como criança, não queimando etapas, nem tampouco ultrapassando os limites naturais da vida é que poderão no futuro construir um mundo melhor.

Viva o Pique!

Fonte: Blog Renato Vargens
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Reforma protestante. 31 de outubro de 1517

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Vida e Obra de Martinho Lutero


Biografia.

Martinho Lutero nasceu em 10 de novembro de 1483, em Eisleben, Alemanha. Foi criado em Mansfeld. Na sua fase estudantil, foi enviado às escolas de latim de Magdeburg(1497) e Eisenach(1498-1501). Ingressou na Universidade de Erfurt, onde obteve o grau de bacharel em artes (1502) e de mestre em artes (1505).

Seu pai, um aldeão bem sucedido pertencente a classe média, queria que fosse advogado. Tendo iniciado seus estudos, abruptamente, os interrompeu entrando no claustro dos eremitas agostinianos em Erfurt. É um fato estranho na sua vida, segundo seus biógrafos. Alguns historiadores dizem que este fato aconteceu devido a um susto que teve quando caminhava de Mansfeld para Erfurt. Em meio a uma tempestade, quase foi atingido por um raio. Foi derrubado por terra e em seu pavor, gritava "Ajuda-me Santa Ana! Eu serei um monge!". Foi consagrado padre em 1507.

Entre 1508 e 1512, fez preleções de filosofia na Universidade de Wurtenberg, onde também ensinou as Escrituras, especializando-se nas Sentenças de Pedro Lombardo. Em 1512 formou-se Doutor em Teologia.

Fazia conferências sobre Bíblia, especializando-se em Romanos, Gálatas e Hebreus. Foi durante este período que a teologia paulina o influenciou, percebendo os erros que a Igreja Romana ensinava, à luz dos documentos fundamentais do cristianismo primitivo.

Lutero era homem de envergadura intelectual e habilidades pessoais. Em 1515, foi nomeado vigário, responsável por onze mosteiros. Viu-se envolvido em controvérsias com respeito a venda de indulgências.

Suas Lutas Pessoais.

Lutero estava galgando os escalões da Igreja Romana e estava muito envolvido em seus aspectos intelectuais e funcionais. Por outro lado, também estava envolvido em questões pessoais quanto à salvação pessoal. Sua vida monástica e intelectual não forneciam resposta aos seus anseios interiores, às suas aflitivas indagações.

Seus estudos paulinos deixaram-no mais agitado e inseguro, particularmente diante da afirmação "o justo viverá pela fé", Romanos 1:17. Percebia ele que a Lei e o cumprimento das normas monásticas, serviam tão-somente para condenar e humilhar o homem, e que nesta direção não se pode esperar qualquer ajuda no tocante à salvação da alma.

Martinho Lutero, estava trabalhando em "repensar o evangelho". Sendo monge agostiniano, fortemente influenciado pela teologia desta ordem monástica, paulina quanto aos seus pontos de vista, Lutero estava chegando a uma nova fé, que enfatizava a graça de Deus e a justificação pela fé.

Esta nova fé tornou-se o ponto fundamental de sua preleções. No seu desenvolvimento começou a criticar o domínio da filosofia tomista sobre a teologia romana. Ele estudava os escritos de Agostinho, Anselmo e Bernardo de Claraval, descobrindo nestes, a fé que começava a proclamar. Staupitz, orientou-o para que estudasse os místicos, em cujos escritos se consolou.

Em 1516, publicou o devocionário de um místico desconhecido, "Theologia Deutsch". Tornou-se pároco da igreja de Wittenberg, e tornou-se um pregador popular, proclamando a sua nova fé. Opunha-se a venda de indulgências comandada por João Tetzel.

As Noventa e Cinco Teses.

Inspirado por vários motivos, particularmente a venda de indulgências, na noite antes do Dia de Todos os Santos, a 31 de outubro de 1517, Lutero afixou na porta da Igreja de Wittenberg, sua teses acadêmicas, intituladas "Sobre o Poder das Indulgências". Seu argumento era de que as indulgências só faziam sentido como livramento das penas temporais impostas pelos padres aos fiéis. Mas Lutero opunha-se à idéia de que a compra das indulgências ou a obtenção das mesmas, de qualquer outra maneira, fosse capaz de impedir Deus de aplicar as punições temporais. Também dizia que elas nada têm a ver como os castigos do purgatório. Lutero afirmava que as penitências devem ser praticadas diariamente pelos cristãos, durante toda a vida, e não algo a ser posto em prática apenas ocasionalmente, por determinação sacerdotal.

João Eck, denunciou Lutero em Roma, e muito contribuiu para que o mesmo fosse condenado e excluído do Igreja Romana. Silvester Mazzolini, padre confessor do papa, concordou com o parecer condenatório de Eck, dando apoio a este contra o monge agostiniano.

Em 1518. Lutero escreveu "Resolutiones", defendendo seus pontos de vista contra as indulgências, dirigindo a obra diretamente ao papa. Entretanto, o livro não alterou o ponto de vista papal a respeito de Lutero. Muitas pessoas influentes se declararam favoráveis a Martinho Lutero, tornando-se este então polemista popular e bem sucedido. Num debate teológico em Heidelberg, em 26 de abril de 1518, foi bem sucedido ao defender suas idéias.

Reação Papal.

A 7 de agosto de 1518, Lutero foi convocado a Roma, onde seria julgado como herege. Mas apelou para o príncipe Frederico, o Sábio, e seu julgamento foi realizado em território alemão em 12/14 de outubro de 1518, perante o Cardeal Cajetano, em Augsburg. Recusou-se a retratar-se de suas idéias, tendo rejeitado a autoridade papal, abandonando a Igreja Romana, o que ficou confirmado num debate em Leipzig com João Eck, entre 4 e 8 de julho de 1519.

A partir de então Lutero declara que a Igreja Romana necessita de Reforma, publica vários escritos, dentre os quais se destaca "Carta Aberta à Nobreza Cristã da Nação Alemã Sobre a Reforma do Estado Cristão". Procurou o apoio de autoridades civis e começou a ensinar o sacerdócio universal dos crentes, Cristo como único Mediador entre Deus e os homens, e a autoridade exclusiva das Escrituras, em oposição à autoridade de papas e concílios. Em sua obra "Sobre o Cativeiro Babilônico da Igreja", ele atacou o sacramentalismo da Igreja. Dizia que pelas Escrituras só podem ser distinguidos dois sacramentos o batismo e a Ceia do Senhor. Opunha-se à alegada repetida morte sacrificial de Cristo, por ocasião da missa. Em outro livro, "Sobre a Liberdade Cristã", ele apresentou um estudo sobre a ética cristã baseada no amor.

Lutero obteve grande popularidade entre o povo, e também considerável influência no clero.

Em 15 de julho de 1520, a Igreja Romana expediu a bula Exsurge Domine, que ameaçava Lutero de ser excomungado, a menos que se retratasse publicamente. Lutero queimou a bula em praça pública. Carlos V, Imperador do Santo Império Romano, mandou queimar os livros de Lutero em praça pública.

Lutero compareceu a Dieta de Worms, de 17 a 19 de abril de 1521. Recusou-se a retratação, dizendo que a sua consciência estava presa à Palavra de Deus, pelo que a retratação não seria seguro nem correto. Dizem os historiadores que concluiu a sua defesa com estas palavras : "Aqui estou; não posso fazer outra coisa. Que Deus me ajude. Amém". Respondendo a Dieta em 25 de maio de 1521, formalizou a excomunhão de Martinho Lutero, e a Reforma nascente também foi condenada.

Influência Política e Social

Por medidas de precaução, Lutero este recluso no castelo de Frederico, o Sábio, cerca de 10 meses. Teve tempo de trabalhar na tradução do Novo Testamento para a língua alemã. Esta tradução foi publicada em 1532. Com a ajuda de Melancton e outros, a Bíblia inteira foi traduzida, e, então, foi publicada em 1532. Finalmente, essa tradução unificou os vários dialetos alemães, do que resultou o moderno alemão.

Tem-se dito que Lutero foi o verdadeiro líder da Alemanha, de 1521 até 1525. Houve a Guerra dos Aldeões em 1525, das classes pobres contra os seus líderes. Lutero tentou estancar o derramamento de sangue, mas, quando os aldeões se recusaram a ouvi-lo, ele apelou para os príncipes a fim de restabelecerem a paz e a ordem.

Fato notável foi o casamento de Lutero, com Catarina von Bora, filha de família nobre, ex-freira cisterciana. Tiveram seis filhos, dos quais alguns faleceram na infância. Adotou outros filhos. Este fato serviu para incentivar o casamento de padres e freiras que tinham preferido adotar a Reforma. Foi um rompimento definitivo com a Igreja Romana.

Houve controvérsia entre Lutero e Erasmo de Roterdã, que nunca deixou a Igreja Romana, por causa do livre-arbítrio defendido por este. Apesar de admitir que o livre-arbítrio é uma realidade quanto a coisas triviais, Lutero negava que fosse eficaz no tocante à salvação da alma.

Outras Obras.

Em 1528 e 1529, Lutero publicou o pequeno e o grande catecismos, que se tornaram manuais doutrinários dos protestantes, nome dado aqueles que decidiram abandonar a Igreja Romana, na Dieta de Speyer, em 1529.

Juntamente com Melancton e outros, produziu a confissão de Augsburg, que sumaria a fé luterana em vinte e oito artigos. Em 1537, a pedido de João Frederico, da Saxônia, compôs os Artigos de Schmalkald, que resumem seus ensinamentos.

Enfermidade e Morte.

Os últimos dias de Lutero tornaram-se difíceis devido a problemas de saúde. Com freqüência tinha acesso de melancolia profunda. Apesar disso era capaz de trabalhar tenazmente. Em 18 de fevereiro de 1546, em Eisleben, teve um ataque do coração, vindo a falecer.

A Teologia de Lutero.

Como monge agostiniano, Lutero dava preferência a certos estudos, dentre os quais se destacam a soberania de Deus, dando uma abordagem mais bíblica às questões religiosas e às doutrinas cristãs. Alguns pontos defendidos por Lutero são :

  1. Nem o papa nem o padre, tem o poder de remover os castigos temporais de um pecador.
  2. A culpa pelo pecado não pode ser anulada por meio de indulgências.
  3. Somente um autêntico arrependimento pode resolver a questão da culpa e do castigo, o que depende única e exclusivamente de Cristo.
  4. Só há um Mediador entre Deus e os homens, o homem Jesus Cristo.
  5. Não há autoridade especial no papa.
  6. As decisões dos concílios não são infalíveis.
  7. A Bíblia é a única autoridade de fé e prática para o cristão.
  8. A justificação é somente pela fé.
  9. A soberania de Deus é superior ao livre-arbítrio humano.
  10. Defendia a doutrina da consubstanciação em detrimento da transubstanciação.
  11. Há apenas dois sacramentos : o batismo e a ceia do Senhor.
  12. Opunha-se a veneração dos santos, ao uso de imagens nas Igrejas, às doutrinas da missa e das penitências e ao uso de relíquias.
  13. Contrário ao celibato clerical.
  14. Defendia a separação entre igreja e estado.
  15. Ensinava a total depravação da natureza humana.
  16. Defendia o batismo infantil e a comunhão fechada.
  17. Defendia a educação dos fiéis em escolas paroquianas.
  18. Repudiava a hierarquia eclesiástica.

Bibliografia

1 - "Enciclopédia de Bíblia Teologia e Filosofia"; R. N. Champlin; J. M. Bentes; Candeia; 1994.

2 - "Enciclopédia Histórico-Teológica"; W. A. Elwell, ed.; Edições Vida Nova;1990.

3 - "Teologia dos Reformadores"; T. George; Edições Vida Nova; 1994.

4 - "História da Igreja Cristã"; R. H. Nichols; CEP;1992.


Fonte: Pregai o evangelho


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Tentando entender e superar os conflitos entre as gerações II

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6) Combata a febre da Precocidade infantil.

Essa geração a qual denomino geração fast-food tem como uma de suas marcas a precocidade infantil. A cada ano que passa, as crianças desse novo tempo vem abandonando praticas da meninice em detrimento de uma maturidade abstrata e superficial. No afã da maturação, muitas vezes incentivados por seus pais, tais crianças, cedo, param de brincar de boneca, de botão, de bola, de pique, e outras coisas mais.

É claro e notório que o lúdico, a fantasia, e as brincadeiras possuem um papel fundamental no desenvolvimento da psique humana. Na verdade, os momentos em que as crianças passam se divertindo brincando umas com as outras, contribuem para se desenvolverem tanto emocionalmente como intelectualmente.

Infelizmente a mídia tem tido um papel absolutamente desagregador em nossa sociedade, desconstruindo assim valores indispensáveis à saúde humana.

É inegável que os meios de comunicação ao longo dos anos imprimiram cada vez mais em nossas crianças a aceleração do descobrimento e afloramento precoce da sensualidade e sexualidade. Basta repararmos nas meninas que cada vez mais cedo, abandonam a brincadeira de boneca em detrimento do namoro com um menino. Em contra-partida ao focarmos na garotada logo percebemos que as brincadeiras saudáveis cederam lugar aos vídeos games e jogos eletrônicos que corroboram para o adoecimento da mente e do corpo.

Criança tem que ser criança! Viver o lúdico, a fantasia, desfrutar do riso, da alegria. Até porque, quando isso não acontece, a criança emocionalmente adoece.

Acredito que os pais possuem papel fundamental no resgate de valores da moralidade. E para tanto é indispensável que entendamos que a televisão foi feita para entretenimento do povo e não para ser babá eletrônica de nossos filhos. É imperativo e necessário também que entendamos que queimar etapas em vez de significar promoção social, representa regressão emocional para muitos de nossos infantes.

Quero incentivá-lo a nutrir na garotada o prazer pela vida. A vida é bela, é deve ser vivida momento a momento. Criança deve ser criança, até porque é sendo criança, vivendo como criança, não queimando etapas, nem tampouco ultrapassando os limites naturais da vida é que poderão no futuro construir um mundo melhor.

7) Assuma o papel que Deus lhe deu de pai e mãe, e não transfira a responsabilidade primordial de educar seus filhos para a escola ou igreja.

Pense nisso!

Fonte: Blog Pr Renato Vargens
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Tentando entender e superar os conflitos entre as gerações I

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Renato Vargens

O nascimento dos filhos é sempre uma alegria. No entanto, na medida em que eles vão crescendo, os problemas vão surgindo. Na verdade nem sempre pais e filhos se entendem bem, e o resultado de seus problemas relacionais são os chamados conflitos de gerações.

O médico inglês Ronald Gibson começou uma conferência citando quatro frases:

1) “Nossa juventude adora o luxo, é mal-educada, caçoa da autoridade e não tem o menor respeito pelos mais velhos”. Nossos filhos hoje são verdadeiros tiranos. Eles não se levantam quando uma pessoa idosa entra, respondem a seus pais e são simplesmente maus."

2) "Não tenho mais nenhuma esperança no futuro do nosso país se a juventude de hoje tomar o poder amanhã, porque essa juventude é insuportável, desenfreada, simplesmente horrível."

3) "Nosso mundo atingiu seu ponto crítico. Os filhos não ouvem mais seus pais. O fim do mundo não pode estar muito longe."

4) "Essa juventude está estragada até o fundo do coração. Os jovens são malfeitores e preguiçosos. Eles jamais serão como a juventude de antigamente. A juventude de hoje não será capaz de manter a nossa cultura."

Após ter lido as quatro citações, ficou muito satisfeito com a aprovação que os espectadores davam às frases, e somente então, revelou a origem delas:

A primeira é de Sócrates (470-399 A.C);
A segunda é de Hesíodo (720 A.C);
A terceira é de um sacerdote do ano de 2000 A.C;
A quarta estava escrita em uma vaso de argila descoberto nas ruínas de Babilônia e têm mais de quatro mil anos de existência.

Amado irmão, é importante que entendamos de que não existem receitas mágicas para superar os Conflitos relacionais entre pais e filhos. O que na verdade devemos observar são alguns princípios práticos, que se trabalhados de forma efetiva poderão nos ajudar a construir uma familia mais saudável.

Algumas sujestões práticas:

1) Invista tempo na companhia de seus filhos.

A única lembrança que Salomão registra sobre a sua infância é o fato de o seu pai ter gastado tempo com ele. “Porque eu era filho tenro na companhia de meu pai, e único diante de minha mãe. E ele me ensinava e me dizia: retenha o teu coração as minhas palavras; guarda os meus mandamentos, e vive (Pv 4:3-4)”.

2) Não tenha medo em estabelecer limites.

Depois do amor, disciplina é a coisa mais importante que você dá para ele.

3) Desenvolva a arte de soltar pipa.

Isto significa de que no processo de educação de Filhos é absolutamente necessário dar e puxar a linha. Até porque, é no equilíbrio de puxar e soltar que a pipa sobe aos céus. Certa vez perguntaram a mãe de Martin Luther King, o que ela tinha feito para que o seu filho se tornasse o que se tornou. Ela sem titubeios respondeu: dei-lhe asas e raízes.

4) Desenvolva uma relação de cumplicidade e amizade com seus filhos.

Não é preciso possuir dons especiais para afirmar que a correria do dia a dia traz sobre cada um de nós uma enorme pressão emocional. Na verdade, trabalho, contas a pagar, aborrecimentos no trânsito, além das preocupações e tensões relacionadas à existência, tem proporcionado a uma significativa camada da sociedade brasileira um relevante adoecimento relacional.

Infelizmente as relações familiares estão cada vez mais desprovidas de afetividade, cumplicidade e alegria. Ouso em afirmar, que a agitação da modernidade, bem como as preocupações desta vida, tem contribuído em muito para o esfriamento das relações. Isso se percebe, pela ausência da festa, do riso, do toque, e da celebração em nossos lares, até porque, pra muitos torna-se absolutamente impossível, viver e expressar alegria, experimentando situações de pressão e adversidade.

A ansiedade é um tipo de sentimento que comumente toma conta de nossos corações em situações com estas. Não tenho a menor dúvida em afirmar que a ansiedade pode ser considerada como um dos mais poderosos ladrões da alegria. Na verdade, ela tem a capacidade de nos roubar momentos únicos e expressivos na relação familiar. Quantos em virtude da “pré-ocupação” extensiva e exagerada, não tem jogado pelo ralo da existência momentos especiais de celebração com a família?

Amados, entenda que por maiores que sejam seus problemas, eles não têm o direito de promover na relação com cônjuge, pais e filhos o esfriamento do amor. Não deixe, que inquietações da cotidianidade, bem como as apreensões com o dia de amanhã roube da sua família momentos únicos onde o riso, a festa e alegria façam-se presentes.

Que tal, instituir o dia do riso? Porque não estabelecer o momento piada? Que tal jogar as almofadas no chão da sala, chamar os filhos pra perto, contar e ouvir histórias? Já pensou numa boa guerra de travesseiro?

5) Aprenda a elogiar e ajude seu filho na construção de uma boa auto-estima.

No final de uma tarde ensolarada de verão, depois de um dia exaustivo eu estava no meu gabinete pastoral quando tive a idéia de mandar um torpedo para o meu filho de 13 anos. Imediatamente peguei o celular e comecei a digitar algumas palavras de elogio e amabilidade. Falei que o amava, que ele era extremamente inteligente, esperto, bonito, além de grande amigo. Cinco minutos depois ele respondeu minha mensagem através de outro torpedo dizendo: “Papai eu gostei!” Confesso que ao ler aquelas 03 pequenas palavrinhas fui tomado por um desejo enorme de continuar falando coisas boas para o meu filho. Naquele instante, deixei de lado tudo o que estava fazendo e continuei a enviar-lhe mais torpedos, elogiando-o, falando de suas inúmeras qualidades, da sua amizade e carinho para comigo e etc. Sem que déssemos conta, ficamos nessa troca de mensagens por quase meia hora, elogios daqui, respostas alegres e felizes de lá e fortalecimento da relação.

Não preciso nem lhe dizer que saímos do nosso “bate-papo” mais amigos, mais cúmplices, mais apaixonados.

Querido leitor, acredito piamente que os elogios sinceros e verdadeiros que brotam do peito de alguém que ama a vida tem um enorme poder de criar e construir relações saudáveis. Você já se deu conta de que na nossa existência muitas das vezes demonstramos uma grande dificuldade de falar bem ou elogiar alguém? Como é que você lida com o elogio? E as suas relações pessoais, como são? Amáveis? Fraternas?

Preste atenção no que vou lhe dizer:

Se desejar, você poderá ter uma vida muito mais frutífera e feliz se aprender a cultivar o hábito de falar bem das pessoas e para as pessoas. Afetividade, amabilidade, elogio sincero contribuem para relações abençoadas e amigáveis.
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Quando a esposa do pastor é jogada para escanteio...

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Renato vargens

Na minha caminhada cristã, tenho visto um número significativo de esposas de pastores, marcadas negativamente pela igreja. Na verdade, basta olharmos para os nossos arraiais evangélicos que perceberemos uma quantidade de mulheres de Deus, feridas e adoecidas emocionalmente em virtude da pressão do ministério pastoral do marido. Para piorar o quadro, quando o esposo adultera ou abandona o lar, ou até mesmo falece, a família do pastor é severamente punida.

Conheço inúmeros casos de mulheres que ao enviuvarem foram despejadas de suas comunidades locais, lançadas a escanteio, entregues ao “deus-dará”. Ora, se não bastassem à dor do luto, ou o abandono do marido, as esposas de pastores sofrem a humilhação de serem consideradas “personas non gratas” na igreja que faz parte. Sei de um caso onde após a morte do pastor, a esposa e os filhos receberam a “sugestão” de procurarem outra igreja para servir a Deus, visto que sua permanência na Comunidade poderia gerar constrangimentos com a esposa do novo pastor.

Por acaso você já se deu conta de que temos a enorme facilidade de “coisificar” à vida jogando na lata do lixo aqueles que não nos servem mais? Caro leitor, o mais tenebroso de tudo isso é que a indiferença, o desrespeito, ou até mesmo a brutalidade destinados a família do pastor, se mostram de forma implacável em centenas de igrejas neste país.

A esposa do pastor e seus filhos não são coisas ou objetos descartáveis, antes pelo contrário, são pessoas carentes de atenção, compaixão, abraços, toques e amor.

Pense nisso!

Fonte: Blog Renato Vargens
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"Amor"... Infantilmente de diferentes maneiras

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"Jesus, porém, disse: Deixai os meninos, e não os estorveis de vir a mim; porque dos tais é o reino dos céus."
Mateus 19:14


Fonte: Mulher Adoradora
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Ao comportamento religioso

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Por Esdras Gregório


A igreja evangélica hoje corre o risco de se tornar assim como a igreja católica: uma religião de mulheres e crianças. Isso é estatística: entre as categorias de leigos que não exercem função nenhuma nas igrejas a maioria dos membros são mulheres.

Porque essencialmente o homem sendo um ser mais voltado ao lado social da vida, vê os meandros da instituição, a mulher não! A mulher vai à igreja por que se interessa pelo sentido espiritual da religião e não se preocupa tanto com a direção institucional administrativa da igreja.

A mulher menos se frustra ou se rebela contra a liderança religiosa, por que ela vai à igreja para adorar à Deus.
Já o homem, vê os homens, seu domínio, suas ideologias, sua política. O homem sendo mais racional perde com isso, a mensagem é bloqueada pelo seu olhar desconfiando do andamento da Coisa, enquanto a mulher geralmente mais emocional e não tendo os instintos tão desenvolvidos de socialização, busca o que realmente interessa: “a fé, o amor e a esperança”.

O homem nota a fragilidade do Dogma, a fraqueza dos ministros, à mulher observa a operação de Deus, a infalibilidade Divina; o homem enxerga os interesses da cúpula, a mulher discerne a vontade do Senhor.

O homem tem na igreja interesses de poder, quer seja na liderança, ou no poder de influência em sua insurreição contra a denominação. O homem de habilidade, se não conseguir relevância por não adotar o pensamento dominante do sistema, revolta-se contra ele, e frustrado acaba ficando em casa. A mulher vai à igreja porque pra ela é lá que é a Casa de Oração, pra ela sendo Cristo o Cabeça.

Enquanto a mulher crê que o pastor (ou padre) é um homem quase infalível, posto incondicionalmente por Deus, o homem suspeita ser o sacerdote um homem que se impõe a si mesmo, que erra muito, que é parcial. Por isso sendo a mulher aberta para a atuação de Deus por vasos humanos, ela naturalmente é mais piedosa e olha a igreja com o amor que: “não suspeita mal, não se ensoberbece, tudo crê, tudo suporta”.

O homem pensa, consistir Deus em um Ser masculino, racional, equitativo e sistemático, por isso se debate em doutrinas. Mas a mulher sendo mãe entende que Ele é um Ser assim como ela, que gera a vida de si mesmo e que cuida especialmente de cada um dos seus pequeninos. O que equivale a dizer que enquanto o homem erradamente presume que Deus esta preocupado com coisas abstratas como a verdade e a justiça, a mulher instintivamente percebe que Ele se preocupa verdadeiramente é com pessoas reais que tem sentimentos, que sofrem, que chorão.

Jesus vendo a humildade e pureza das crianças nos disse para ser como elas, pois só assim poderemos ver a Gloria de Deus e permitir a operação do Senhor em nossas vidas em meio a organizações religiosas tão humanamente dominada por machos boçais.
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Todo enfiado na creche?

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Nojento, deprimente, boçal...

E o pior é que muitos pais incentivam esse tipo de situação com seus filhos.

Quem não lembra dos programas de Raul Gil e similares, onde as crianças dançavam "na boquinha da garrafa" e "segura o Tchan"? Essa pouca vergonha de expor crianças a situações assim, existe na maioria dos estados brasileiros. Aí vem o IBGE fazendo pesquisa pra descobrir porque está aumentando o número de adolescentes grávidas...

Aqui no RJ, as menininhas de 4 anos já dançam funk e cantam letras como essa:

"Dako éh bom!
Dako éh bom!
Calma minha gente, é só a marca do fogão!!
Calma minha gente, é só a marca do fogão!!
Dako éh bom!"

Lamentável...


***
Dica da Trinity, na comunidade do Púlpito Cristão no Orkut. Comentário de Carla Alvarenga.

***
Pais, observem seus filhos! Faça perguntas, pesquise, procure saber o que se passa na sala de aula.
Não estamos livres de tais aberrações. Sei que as necessidades de hoje em dia nos obriga a deixar filhos em creches, berçários, com babás; mas devemos estar de olhos abertos.

Jonara
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Filhos que abandonam os pais idosos

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A ingratidão é como um cão feroz, se morder alguém pode fazer estragos significativos em nossas vidas.

Pois é, a ingratidão de vez em quando se faz presente em nossos relacionamentos, e ser alvo dela é absolutamente estarrecedor. Comumente recebo em meu gabinete inúmeras pessoas que se queixam das ações e reações de cônjuges e filhos que por motivos banais esqueceram no canto da existência expressões de afetividade e amor.

Ora, sofrer ingratidão por parte daqueles com quem nos relacionamos é extremamente dolente, e Infelizmente num mundo “ensimesmado” e egoísta como o nosso, tornou-se comum encontrarmos nas estradas da vida pessoas ingratas.

O apostolo Paulo afirmou em sua segunda carta a Timóteo de que nos últimos tempos os homens seriam amantes de si mesmos. Na verdade, segundo Paulo, a geração dos últimos dias estaria muito mais preocupada com seu próprio umbigo, do que com a dor do próximo.

Caro leitor, na minha experiência pastoral tenho presenciado inúmeros casos de senhores e senhoras que por motivos absolutamente banais foram abandonados pelos seus filhos, varejados em asilos, descartados como objetos desprezíveis e sem valor.
A ingratidão marca e fere a alma e como cão feroz estraçalha corações e sentimentos. Diante disto, jamais permita que a insensibilidade tome conta do seu coração. Anteponha-se a ela e prenda o cão feroz que porventura esteja vivo em você.

Renato Vargens
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Que tipo de pai é você?

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Por Renato Vargens

Conta-se que algumas crianças estavam na rua brincando e conversando. O assunto discutido por eles era nada mais nada menos do que seus pais. Um deles afirmou todo prepotente: "Meu pai conhece o prefeito da cidade e tem muita amizade com ele". Sem titubeios, outro garoto disse todo contente: "Meu pai conhece o governador. eles são muito amigos". Antes que o garoto terminasse a frase outro já se levantou e disse em tom alto de voz, "Meu pai conhece o chefe de Polícia do Estado. Ninguém o prende". Um garotinho, filho do pastor, que estava quieto somente ouvindo, num determinado momento olhou para os amiguinhos e disse: "Meu pai conhece Deus". Um “estrondoso” silêncio tomou conta do ambiente e o pai do pequeno menino, que silenciosamente observava a calorosa discussão, vagarosamente saiu daquele lugar com os olhos cheios de lágrimas e orou a Senhor agradecendo: "Pai, obrigado pelo meu filho e pela influência que tenho dado a ele sobre Ti".

E você? O que tem ensinado a seu filho? Será que o seu comportamento em casa, no ambiente de trabalho, na igreja ou na sua relação familiar aponta para o fato de que verdadeiramente tem conhecido ao Senhor? Ou será que a espiritualidade que vives é capenga, farisaica e egocêntrica?

Pois é, em tempos como os nossos, onde existe uma séria crise de paternidade, precisamos mais do que nunca de homens marcados e transformados pelo poder do Espírito Santo de Deus, até porque, somente assim veremos em nossos filhos valores e virtudes como respeito, afeto e amor.

Fonte: Renato Vargens
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Dicas para um casamento feliz e próspero

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Por renato Vargens

Não quero ser simplista e nem tampouco fornecer qualquer tipo de receita mágica a aqueles me lêem. No entanto, acredito que o sucesso familiar se deve em parte a observância de princípios, que se aplicados em nossa cotidianidade, contribuirão significativamente para a construção de uma família próspera e Feliz.

1) Aprenda a lidar com as suas diferenças entendendo que ambos (marido e mulher)são dotados tanto de virtudes, bem como de valores admiráveis, como também de falhas e limitações. Lembre-se: Casamento é mais do que encontrar a pessoa certa é ser a pessoa certa.

2) Cultive diariamente no jardim do seu lar o carinho e o respeito.
3) Confie no Senhor em todas as circunstâncias independente delas serem positivas ou negativas.
4) Diante das crises ou conflitos nunca hesitem em convidar um construtor de pontes.

O CONSTRUTOR DE PONTES.

"Certa vez, dois irmãos que moravam em fazendas vizinhas, separadas apenas por um riacho, entraram em conflito. Foi a primeira grande desavença em toda uma vida trabalhando lado a lado, repartindo as ferramentas e cuidando um do outro. Durante anos percorreram uma estreita, porém comprida estrada que corria ao longo do rio para, ao final de cada dia, poderem atravessá-lo e desfrutarem um da companhia do outro.

Apesar do cansaço, faziam-no com prazer, pois se amavam. Mas agora tudo havia mudado. O que começara com um pequeno mal entendido finalmente explodiu numa troca de palavras ríspidas, seguidas por semanas de total silêncio. Numa manhã o irmão mais velho ouviu baterem à sua porta. Ao abri-la, notou um homem com uma caixa de ferramentas de carpinteiro em sua mão. "Estou procurando por trabalho" ·- disse ele. "Talvez você tenha um pequeno serviço aqui e ali. Posso ajudá-lo?"· Sim!" - disse o fazendeiro - "Claro que tenho trabalho para você. Veja aquela fazenda além do riacho. É de meu vizinho, na realidade, meu irmão mais novo. Brigamos muito e não mais posso suportá-lo. Vê aquela pilha de madeira perto do celeiro? Quero que você me construa uma cerca bem alta ao longo do rio para que eu não mais precise vê-lo.

"Acho que entendo a situação" - disse o carpinteiro - "Mostre-me onde estão a pá e os pregos que certamente farei um trabalho que lhe deixará satisfeito".Como precisava ir a cidade, o irmão mais velho ajudou o carpinteiro a encontrar o material e partiu.

O homem trabalhou arduamente durante todo aquele dia medindo, cortando e pregando. Já anoitecia quando terminou sua obra, ao mesmo tempo que o fazendeiro retornava. Porém, seus olhos não podiam acreditar no que viam. Não havia qualquer cerca! Em seu lugar estava uma ponte que ligava um lado do riacho ao outro. Era realmente um belo trabalho, mas, enfurecido, exclamou: "você é muito insolente em construir esta ponte após tudo que lhe contei!!!" No entanto, as surpresas não haviam terminado. Ao erguer seus olhos para a ponte mais uma vez, viu seu irmão aproximando-se da outra margem, correndo com seus braços abertos. Cada um dos irmãos permaneceu imóvel de seu lado do rio, quando, num só impulso, correram um na direção do outro, abraçando-se e chorando no meio da ponte.

Emocionados, viram o carpinteiro arrumando suas ferramentas e partindo. "Não, espere!"

- disse o mais velho - "Fique conosco mais alguns dias. Tenho muitos outros projetos para você" ·E o carpinteiro respondeu: "Adoraria ficar, mas tenho muitas outras pontes para construir". Jesus é este carpinteiro! Diante das crises e dilemas construam pontes em vez de cercas. "

5) Verbalize o amor através de palavras e gestos. Existe algumas maneiras de dizer te amo para seu cônjuge:

a) Falando: Simplesmente dizer: "Eu te amo".
b) Ouvindo.
c) Servindo: prestar algum tipo de serviço, fazer algo especial para comunicar seu amor. Limpar o carro da esposa, consertar a torneira que está pingando, lavar a louça para ela, fazer o serviço de banco para o esposo, levar o carro dele na oficina, datilografar o trabalho do filho, arrumar o armário do filho (quando isto já não for obrigação sua). Toda a vez que você faz por uma pessoa algo que ela não espera, você diz "eu te amo".
d) presenteando:- dar um presente parece um gesto simples, mas pode representar muito para a pessoa que o recebe. Dar um presente de improviso (porque hoje é "dia de você") comunica que "estive pensado em você". Não precisa ser nada caro, pode ser até fazer o bolo favorito do esposo ou do filho.
e) Esteja disposto a sacrificar-se pelo seu cônjuge.

Fonte: Renato Vargens
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Vocação para mulher maravilha?

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Por Renato Vargens

Infelizmente existem maridos que exigem de suas esposas mais do que elas podem dar. Na verdade, para estes, suas mulheres deveriam ser um tipo de Mulher Maravilha, onde de forma perfeita são obrigadas a desenvolver as mais diferentes performances. Nesta perspectiva suas esposas são constrangidas a desenvolver com a perfeição uma tríplice missão, cujas principais responsabilidades são trabalhar fora, cuidar da casa, além de satisfazer as taras sexuais de seus cônjuges.

Ora, vamos combinar uma coisa? Cobrar das mulheres perfeição e agilidade no que fazem é no mínimo desumano. Ora, se não bastasse ter que trabalhar fora, a maioria delas cuidam da casa sozinhas, isto porque, seus esposos consideram que este tipo de tarefa não cai bem aos homens. Para piorar a situação, os machões da modernidade ainda exigem que suas esposas estejam “inteiras” à noite, prontas como um vulcão para o ato sexual.

Caro leitor, creio veementemente que os maridos deveriam rever seus conceitos tratando suas esposas com mais dignidade, além obviamente de não exigir que suas mulheres sejam como a Mulher Maravilha, até porque, do ponto vista humano ninguém consegue cumprir com perfeição tarefas hercúleas como estas. Como já escrevi anteriormente, do ponto de vista cristão, os homens não são melhores do que as mulheres. Na verdade, macho é fêmea são iguais perante o Criador. Cabe portanto , aos maridos tratarem suas esposas com respeito e excelência, entendendo que no Senhor devemos cuidar de nossas esposas com Cristo cuida da sua igreja.

Fonte: Blog do Renato Vargens

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