quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

PEPE: Educando para a vida e para a eternidade [missões no Peru]


Nos dias 26, 27 e 28 de janeiro estivemos fazendo as matrículas dos novos alunos do PEPE – Programa de Educação Pré-Escolar, um programa educacional cristão mantido pela Iglesia Bautista Misionera e por colaboradores (mediante apadrinhamento), que visa levar educação secular e cristã, e inclusão social às crianças carentes, e plantar a semente do evangelho em seus corações.

Nosso PEPE se chama “La buena tierra”, e fica no bairro La Península, em Piura, no Peru. Nele recebemos cerca de 30 crianças entre 04 e 06 anos, que estudam Comunicação, Matemática, Ciências, Educação Religiosa e Inglês. Graças ao sistema de apadrinhamento, conseguimos dar a estas crianças um café da manhã e almoço nutritivo, o que muito lhes ajuda no desenvolvimento.

[Dia de matrícula no PEPE "La buena tierra", La Península - Piura]

Por ser um programa cristão, também tratamos de ensinar valores morais e levá-las a um compromisso devocional com Deus, sempre confiando na Escritura que diz: “Ensina ao menino o caminho que deve seguir, e assim, mesmo quando for velho não se afastará dele” (Provérbios 22.6). Os pais também são alcançados pelo programa, sendo auxiliados e evangelizados por nossas missionárias educadoras, professoras voluntárias que trabalham no PEPE.

Nossa estrutura é bastante rústica: Um barracão feito de compensado coberto com um telhado de zinco. As demais casas do bairro são feitas com estrutura semelhante. É nosso desejo construir em breve neste local duas salas de aulas, uma pequena cozinha e banheiros.

Nossa missão é levar a palavra de Deus ao coração das crianças e dos seus pais. Educar para a vida e para a eternidade. Este é o nosso lema!

[Preparativos para o ano letivo 2010. Na foto está o Farid, nosso futuro Pepito]

Para adotar uma criança do programa, pedimos uma colaboração de 50 reais mensais que será convertida em material escolar e alimentação. Nossas professoras são missionárias voluntárias do programa, e também podem ser adotadas.

Se você ou sua igreja deseja apadrinhar uma ou mais crianças, entre em contato conosco pelo e-mail jonarajo@gmail.com, e te daremos todas as informações necessárias.

Se não puder apadrinhar uma criança durante todo o ano, mas mesmo assim quiser enviar uma oferta esporádica, comunique-se conosco pelo e-mail jonarajo@gmail.com, e te daremos todas as informações sobre o programa e de como ajudar.

Que Deus te abençoe!

Para visualizar a lista de apadrinhamento, clique na imagem:

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Cada qual ame e honre seu conjugue


Por Martinho Lutero

Leia em sua Bíblia: Efésios 5.31-33

"Não obstante, vós, cada um de per si, também ame a sua própria esposa com a si mesmo”. (v. 33)

Nem de longe chegarmos a um amor tal como esse, pois, como se diz, é demasiado sublime e grandioso. E assim como o casamento terreno é pequeno, também o amor que existe nele é pequeno em comparação com o casamento celestial. Temos que satisfazer-nos em seguir esse exemplo e viver de acordo com o modelo desse casamento, de sorte que, no estado matrimonial, cada um se disponha a pôr em prática e demonstrar seu amor para com a sua noiva ou esposa.

E se houver nela algum defeito ou falha, que ele não leve isso a mal, mas use de bom senso, dizendo: “Como devo proceder? Ela é minha noiva. A essa altura preciso, na medida do possível, encobrir, purificar, enfeitar e melhorar e, nesse pequeno casamento, demonstrar o pequeno amor, como Cristo demonstra seu grande e indizível amor por sua noiva, a igreja, de quem também sou membro”.

Além disso, no estado matrimonial compete também à mulher, não somente amar o marido, mas, também, ser obediente e submissa, imitando o exemplo da união Cristo-igreja e pensando assim: “Meu marido é imagem do verdadeiro Deus e grande cabeça Cristo, por amor de quem vou respeitá-lo e fazer o que lhe agrada”.

Semelhantemente, o marido, por sua vez, deve amar sua esposa de todo coração, por causa do grande amor que vê em Cristo, dizendo assim: “Nem eu nem ninguém jamais amou assim. Por isso, segundo o exemplo de Cristo, quero, na medida de minhas capacidades. Amar a minha esposa como a minha própria carne. Cuidando, alimentando e servindo-a, evitando ser rude e excêntrico para com ela.

Ao contrário, se ela não for perfeita e cometer alguma falha, vou usar de bom senso e ter paciência”. Esse, então, deixaria de ser um matrimônio terreno e humano ou racional para ser um matrimônio cristão, divino, desconhecido dos pagãos. Porque esses não percebem a grande glória e honra do matrimônio, que se trata duma imagem da sublime união espiritual de Cristo. Por isso cabe a nós, cristãos, honrar e exaltar muito mais esse estado, pois sabemos e conhecemos o esplendor e a glória conferidos a este estado..

Fonte: Monergismo, Via Eu não abro mão da graça