Cada qual ame e honre seu conjugue

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Por Martinho Lutero

Leia em sua Bíblia: Efésios 5.31-33

"Não obstante, vós, cada um de per si, também ame a sua própria esposa com a si mesmo”. (v. 33)

Nem de longe chegarmos a um amor tal como esse, pois, como se diz, é demasiado sublime e grandioso. E assim como o casamento terreno é pequeno, também o amor que existe nele é pequeno em comparação com o casamento celestial. Temos que satisfazer-nos em seguir esse exemplo e viver de acordo com o modelo desse casamento, de sorte que, no estado matrimonial, cada um se disponha a pôr em prática e demonstrar seu amor para com a sua noiva ou esposa.

E se houver nela algum defeito ou falha, que ele não leve isso a mal, mas use de bom senso, dizendo: “Como devo proceder? Ela é minha noiva. A essa altura preciso, na medida do possível, encobrir, purificar, enfeitar e melhorar e, nesse pequeno casamento, demonstrar o pequeno amor, como Cristo demonstra seu grande e indizível amor por sua noiva, a igreja, de quem também sou membro”.

Além disso, no estado matrimonial compete também à mulher, não somente amar o marido, mas, também, ser obediente e submissa, imitando o exemplo da união Cristo-igreja e pensando assim: “Meu marido é imagem do verdadeiro Deus e grande cabeça Cristo, por amor de quem vou respeitá-lo e fazer o que lhe agrada”.

Semelhantemente, o marido, por sua vez, deve amar sua esposa de todo coração, por causa do grande amor que vê em Cristo, dizendo assim: “Nem eu nem ninguém jamais amou assim. Por isso, segundo o exemplo de Cristo, quero, na medida de minhas capacidades. Amar a minha esposa como a minha própria carne. Cuidando, alimentando e servindo-a, evitando ser rude e excêntrico para com ela.

Ao contrário, se ela não for perfeita e cometer alguma falha, vou usar de bom senso e ter paciência”. Esse, então, deixaria de ser um matrimônio terreno e humano ou racional para ser um matrimônio cristão, divino, desconhecido dos pagãos. Porque esses não percebem a grande glória e honra do matrimônio, que se trata duma imagem da sublime união espiritual de Cristo. Por isso cabe a nós, cristãos, honrar e exaltar muito mais esse estado, pois sabemos e conhecemos o esplendor e a glória conferidos a este estado..

Fonte: Monergismo, Via Eu não abro mão da graça
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A parábola de dois vôos e uma Salvação!

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Em um longo e demorado vôo, desses que dá tempo de jantar e almoçar dentro do avião, aconteceu um fato no mínimo intrigante.

Uma aeromoça se aproximou de um passageiro e lhe ofereceu um para-quedas, afirmando que com aquele para-quedas sua viagem iria ser muito mais confortável, muito mais feliz, que na companhia dele nunca mais teria problemas em suas viagens, e que até seu conceito de viagens aéreas mudaria a partir daquele momento. Bom, depois de tanta insistência, o homem o aceitou, prendeu bem forte em suas costas e sentou-se, quer dizer, tentou sentar.

O para-quedas ocupava quase todo o espaço da poltrona, deixando-o nada confortável. Nesse momento já é hora de começar a duvidar das palavras da aeromoça. Mas nosso personagem resolve acreditar por um pouco mais de tempo e esperar para ver se a situação mudaria. E mudou mesmo! As pessoas a sua volta começaram a rir dele, apontavam para ele e o chacoteavam por estar de para-quedas e tentando equilibrar-se na poltrona. A partir deste momento ele não agüentou mais, começou a chingar o para-quedas, chamando-o de inútil, disse que não acreditava nele, que na verdade ele nem existia, e enquanto falava mal tirou-o e colocou sob sua poltrona.

Em quanto isso em outro vôo a história se repete sob circunstâncias diferentes.

Uma aeromoça aproximou-se de um dos passageiros e lhe ofereceu um para-quedas enquanto lhe explicava o que estava para acontecer. Disse ao passageiro que haviam encontrado um grande problema no avião, e que por enquanto o vôo seguiria estável, mas que certamente em algum momento cairia. Mais do que de pressa o passageiro pegou o para-quedas de suas mãos, prendeu-o bem as suas costas e neste momento não estava muito preocupado se iria se equilibrar na poltrona ou iria sentar-se no chão mesmo.

Nesta parábola, o avião é o mundo, o vôo é a nossa vida e o para-quedas é Jesus.

Temos aqui duas formas em que o evangelho de Cristo está sendo pregado. Uma é o evangelho da facilidade, da prosperidade, onde se troca Jesus por promessas de conforto, felicidade, uma vida estável, família transformada, muito dinheiro e tudo mais. É fácil “aceitar”, ou melhor, receber Jesus como ônus por essas “bençãos”. O problema é que quando o evangelho de verdade começa a aparecer, não se torna tão fácil permanecer com esse Jesus negociante.

Quando uma pessoa aceita Jesus em troca de promessas, na adversidade O abandona. Coloca toda a culpa das desgraças da vida nEle, e o joga para debaixo da poltrona.

Receber a Jesus não é fazer uma troca com Deus. Mas sim entregar-se a Ele reconhecendo que sua vida não é o que Deus espera que seja, na esperança que o Espírito Santo produza o verdadeiro arrependimento, há a necessidade humilhar-se a Ele (Mt 5.3-12), de escolher o que é certo em lugar do que é fácil, de dedicar a sua vida em favor dos outros mais do que de si próprio, de mudar os valores mundanos pelos valores de amor e justiça ensinados por Ele.

Jesus veio e levou sobre si todas as nossas iniqüidades, e se dispôs como para-quedas para nos salvar das desgraças que virão, isso não significa que não haverá mais sofrimento, dificuldades, doenças e morte, mas sim que Ele passará isso tudo junto de nós.

Imagina agora a aeromoça vindo oferecer café ao homem do segundo vôo, e em uma tribulação derrama todo o café quente sobre o pobre homem. Qual seria a reação dele? Colocaria toda a culpa no para-quedas? Pelo contrário, se apegaria mais ainda a ele com maior esperança de tempos melhores depois desta viagem.

O “Para-Quedas” está a disposição! Basta aceitá-lO.

Fonte: Luz para seu dia
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Ano novo....2010!!!

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Por Renato Vargens

Todas as vezes que um ano termina somos impulsionados a elaborar novos alvos e metas para o novo ano que se aproxima. É absolutamente normal sonharmos com novas conquistas, com a concretização de nossos ideais, além obviamente da realização de nossos sonhos pessoais. Na verdade sonhar faz bem a qualquer um, até porque, os sonhos nos impulsionam, alimentando a alma de perspectivas boas e positivas. No entanto, nem só de sonhos vive o homem, até porque, sonhar exageradamente pode nos levar a viver em um mundo de faz-de-conta onde as expectativas não passam de simples utopia.

A vida deve ser vivida de forma equilibrada, sonhos sempre devem andar de braços dados com a nossa cotidianidade, o futuro Sempre deve ser conseqüência de um presente bem vivido. E para tanto, é necessário que além de agasalharmos no âmago do ser as nossas quimeras, cultivemos também um espírito introspectivo, avaliando assim nossas sombras e luzes, vitórias e derrotas, acertos e erros.

O simples fato de olharmos para trás e avaliarmos o ano que termina mexe com nossas emoções. Até porque, independente da posição social, da cor, da raça, da conta bancária, todos choramos e rimos, perdemos e ganhamos, festejamos e derramamos lágrimas. É meu amigo, faz parte da vida rir e chorar, vencer e perder, abraçar e deixar de abraçar, celebrar e sofrer. No entanto, um novo ano se aproxima, e com ele novos desafios, além de velhos sonhos e púberes aspirações.

Entre em 2010 sonhando e sonhando muito, entretanto, mais uma vez quero lembrá-lo que sonhos sem uma singela dose de realidade transformam-se em Utopias. Olhe para frente, contudo, em hipótese alguma, se esqueça também de olhar para trás, corrija seus erros, perdoe os que te ofenderam, abandone na divisa do tempo seus maus hábitos, delete suas mágoas e siga em frente, até porque a vida é bela, e Deus o nosso Senhor tem prazer em que a vivamos de modo pleno e feliz!

U
m 2010 de bênçãos é o que desejo.


***Fonte Púlpito Cristão
Via Mulher adoradora
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