Reforma protestante. 31 de outubro de 1517

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Vida e Obra de Martinho Lutero


Biografia.

Martinho Lutero nasceu em 10 de novembro de 1483, em Eisleben, Alemanha. Foi criado em Mansfeld. Na sua fase estudantil, foi enviado às escolas de latim de Magdeburg(1497) e Eisenach(1498-1501). Ingressou na Universidade de Erfurt, onde obteve o grau de bacharel em artes (1502) e de mestre em artes (1505).

Seu pai, um aldeão bem sucedido pertencente a classe média, queria que fosse advogado. Tendo iniciado seus estudos, abruptamente, os interrompeu entrando no claustro dos eremitas agostinianos em Erfurt. É um fato estranho na sua vida, segundo seus biógrafos. Alguns historiadores dizem que este fato aconteceu devido a um susto que teve quando caminhava de Mansfeld para Erfurt. Em meio a uma tempestade, quase foi atingido por um raio. Foi derrubado por terra e em seu pavor, gritava "Ajuda-me Santa Ana! Eu serei um monge!". Foi consagrado padre em 1507.

Entre 1508 e 1512, fez preleções de filosofia na Universidade de Wurtenberg, onde também ensinou as Escrituras, especializando-se nas Sentenças de Pedro Lombardo. Em 1512 formou-se Doutor em Teologia.

Fazia conferências sobre Bíblia, especializando-se em Romanos, Gálatas e Hebreus. Foi durante este período que a teologia paulina o influenciou, percebendo os erros que a Igreja Romana ensinava, à luz dos documentos fundamentais do cristianismo primitivo.

Lutero era homem de envergadura intelectual e habilidades pessoais. Em 1515, foi nomeado vigário, responsável por onze mosteiros. Viu-se envolvido em controvérsias com respeito a venda de indulgências.

Suas Lutas Pessoais.

Lutero estava galgando os escalões da Igreja Romana e estava muito envolvido em seus aspectos intelectuais e funcionais. Por outro lado, também estava envolvido em questões pessoais quanto à salvação pessoal. Sua vida monástica e intelectual não forneciam resposta aos seus anseios interiores, às suas aflitivas indagações.

Seus estudos paulinos deixaram-no mais agitado e inseguro, particularmente diante da afirmação "o justo viverá pela fé", Romanos 1:17. Percebia ele que a Lei e o cumprimento das normas monásticas, serviam tão-somente para condenar e humilhar o homem, e que nesta direção não se pode esperar qualquer ajuda no tocante à salvação da alma.

Martinho Lutero, estava trabalhando em "repensar o evangelho". Sendo monge agostiniano, fortemente influenciado pela teologia desta ordem monástica, paulina quanto aos seus pontos de vista, Lutero estava chegando a uma nova fé, que enfatizava a graça de Deus e a justificação pela fé.

Esta nova fé tornou-se o ponto fundamental de sua preleções. No seu desenvolvimento começou a criticar o domínio da filosofia tomista sobre a teologia romana. Ele estudava os escritos de Agostinho, Anselmo e Bernardo de Claraval, descobrindo nestes, a fé que começava a proclamar. Staupitz, orientou-o para que estudasse os místicos, em cujos escritos se consolou.

Em 1516, publicou o devocionário de um místico desconhecido, "Theologia Deutsch". Tornou-se pároco da igreja de Wittenberg, e tornou-se um pregador popular, proclamando a sua nova fé. Opunha-se a venda de indulgências comandada por João Tetzel.

As Noventa e Cinco Teses.

Inspirado por vários motivos, particularmente a venda de indulgências, na noite antes do Dia de Todos os Santos, a 31 de outubro de 1517, Lutero afixou na porta da Igreja de Wittenberg, sua teses acadêmicas, intituladas "Sobre o Poder das Indulgências". Seu argumento era de que as indulgências só faziam sentido como livramento das penas temporais impostas pelos padres aos fiéis. Mas Lutero opunha-se à idéia de que a compra das indulgências ou a obtenção das mesmas, de qualquer outra maneira, fosse capaz de impedir Deus de aplicar as punições temporais. Também dizia que elas nada têm a ver como os castigos do purgatório. Lutero afirmava que as penitências devem ser praticadas diariamente pelos cristãos, durante toda a vida, e não algo a ser posto em prática apenas ocasionalmente, por determinação sacerdotal.

João Eck, denunciou Lutero em Roma, e muito contribuiu para que o mesmo fosse condenado e excluído do Igreja Romana. Silvester Mazzolini, padre confessor do papa, concordou com o parecer condenatório de Eck, dando apoio a este contra o monge agostiniano.

Em 1518. Lutero escreveu "Resolutiones", defendendo seus pontos de vista contra as indulgências, dirigindo a obra diretamente ao papa. Entretanto, o livro não alterou o ponto de vista papal a respeito de Lutero. Muitas pessoas influentes se declararam favoráveis a Martinho Lutero, tornando-se este então polemista popular e bem sucedido. Num debate teológico em Heidelberg, em 26 de abril de 1518, foi bem sucedido ao defender suas idéias.

Reação Papal.

A 7 de agosto de 1518, Lutero foi convocado a Roma, onde seria julgado como herege. Mas apelou para o príncipe Frederico, o Sábio, e seu julgamento foi realizado em território alemão em 12/14 de outubro de 1518, perante o Cardeal Cajetano, em Augsburg. Recusou-se a retratar-se de suas idéias, tendo rejeitado a autoridade papal, abandonando a Igreja Romana, o que ficou confirmado num debate em Leipzig com João Eck, entre 4 e 8 de julho de 1519.

A partir de então Lutero declara que a Igreja Romana necessita de Reforma, publica vários escritos, dentre os quais se destaca "Carta Aberta à Nobreza Cristã da Nação Alemã Sobre a Reforma do Estado Cristão". Procurou o apoio de autoridades civis e começou a ensinar o sacerdócio universal dos crentes, Cristo como único Mediador entre Deus e os homens, e a autoridade exclusiva das Escrituras, em oposição à autoridade de papas e concílios. Em sua obra "Sobre o Cativeiro Babilônico da Igreja", ele atacou o sacramentalismo da Igreja. Dizia que pelas Escrituras só podem ser distinguidos dois sacramentos o batismo e a Ceia do Senhor. Opunha-se à alegada repetida morte sacrificial de Cristo, por ocasião da missa. Em outro livro, "Sobre a Liberdade Cristã", ele apresentou um estudo sobre a ética cristã baseada no amor.

Lutero obteve grande popularidade entre o povo, e também considerável influência no clero.

Em 15 de julho de 1520, a Igreja Romana expediu a bula Exsurge Domine, que ameaçava Lutero de ser excomungado, a menos que se retratasse publicamente. Lutero queimou a bula em praça pública. Carlos V, Imperador do Santo Império Romano, mandou queimar os livros de Lutero em praça pública.

Lutero compareceu a Dieta de Worms, de 17 a 19 de abril de 1521. Recusou-se a retratação, dizendo que a sua consciência estava presa à Palavra de Deus, pelo que a retratação não seria seguro nem correto. Dizem os historiadores que concluiu a sua defesa com estas palavras : "Aqui estou; não posso fazer outra coisa. Que Deus me ajude. Amém". Respondendo a Dieta em 25 de maio de 1521, formalizou a excomunhão de Martinho Lutero, e a Reforma nascente também foi condenada.

Influência Política e Social

Por medidas de precaução, Lutero este recluso no castelo de Frederico, o Sábio, cerca de 10 meses. Teve tempo de trabalhar na tradução do Novo Testamento para a língua alemã. Esta tradução foi publicada em 1532. Com a ajuda de Melancton e outros, a Bíblia inteira foi traduzida, e, então, foi publicada em 1532. Finalmente, essa tradução unificou os vários dialetos alemães, do que resultou o moderno alemão.

Tem-se dito que Lutero foi o verdadeiro líder da Alemanha, de 1521 até 1525. Houve a Guerra dos Aldeões em 1525, das classes pobres contra os seus líderes. Lutero tentou estancar o derramamento de sangue, mas, quando os aldeões se recusaram a ouvi-lo, ele apelou para os príncipes a fim de restabelecerem a paz e a ordem.

Fato notável foi o casamento de Lutero, com Catarina von Bora, filha de família nobre, ex-freira cisterciana. Tiveram seis filhos, dos quais alguns faleceram na infância. Adotou outros filhos. Este fato serviu para incentivar o casamento de padres e freiras que tinham preferido adotar a Reforma. Foi um rompimento definitivo com a Igreja Romana.

Houve controvérsia entre Lutero e Erasmo de Roterdã, que nunca deixou a Igreja Romana, por causa do livre-arbítrio defendido por este. Apesar de admitir que o livre-arbítrio é uma realidade quanto a coisas triviais, Lutero negava que fosse eficaz no tocante à salvação da alma.

Outras Obras.

Em 1528 e 1529, Lutero publicou o pequeno e o grande catecismos, que se tornaram manuais doutrinários dos protestantes, nome dado aqueles que decidiram abandonar a Igreja Romana, na Dieta de Speyer, em 1529.

Juntamente com Melancton e outros, produziu a confissão de Augsburg, que sumaria a fé luterana em vinte e oito artigos. Em 1537, a pedido de João Frederico, da Saxônia, compôs os Artigos de Schmalkald, que resumem seus ensinamentos.

Enfermidade e Morte.

Os últimos dias de Lutero tornaram-se difíceis devido a problemas de saúde. Com freqüência tinha acesso de melancolia profunda. Apesar disso era capaz de trabalhar tenazmente. Em 18 de fevereiro de 1546, em Eisleben, teve um ataque do coração, vindo a falecer.

A Teologia de Lutero.

Como monge agostiniano, Lutero dava preferência a certos estudos, dentre os quais se destacam a soberania de Deus, dando uma abordagem mais bíblica às questões religiosas e às doutrinas cristãs. Alguns pontos defendidos por Lutero são :

  1. Nem o papa nem o padre, tem o poder de remover os castigos temporais de um pecador.
  2. A culpa pelo pecado não pode ser anulada por meio de indulgências.
  3. Somente um autêntico arrependimento pode resolver a questão da culpa e do castigo, o que depende única e exclusivamente de Cristo.
  4. Só há um Mediador entre Deus e os homens, o homem Jesus Cristo.
  5. Não há autoridade especial no papa.
  6. As decisões dos concílios não são infalíveis.
  7. A Bíblia é a única autoridade de fé e prática para o cristão.
  8. A justificação é somente pela fé.
  9. A soberania de Deus é superior ao livre-arbítrio humano.
  10. Defendia a doutrina da consubstanciação em detrimento da transubstanciação.
  11. Há apenas dois sacramentos : o batismo e a ceia do Senhor.
  12. Opunha-se a veneração dos santos, ao uso de imagens nas Igrejas, às doutrinas da missa e das penitências e ao uso de relíquias.
  13. Contrário ao celibato clerical.
  14. Defendia a separação entre igreja e estado.
  15. Ensinava a total depravação da natureza humana.
  16. Defendia o batismo infantil e a comunhão fechada.
  17. Defendia a educação dos fiéis em escolas paroquianas.
  18. Repudiava a hierarquia eclesiástica.

Bibliografia

1 - "Enciclopédia de Bíblia Teologia e Filosofia"; R. N. Champlin; J. M. Bentes; Candeia; 1994.

2 - "Enciclopédia Histórico-Teológica"; W. A. Elwell, ed.; Edições Vida Nova;1990.

3 - "Teologia dos Reformadores"; T. George; Edições Vida Nova; 1994.

4 - "História da Igreja Cristã"; R. H. Nichols; CEP;1992.


Fonte: Pregai o evangelho


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Tentando entender e superar os conflitos entre as gerações II

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6) Combata a febre da Precocidade infantil.

Essa geração a qual denomino geração fast-food tem como uma de suas marcas a precocidade infantil. A cada ano que passa, as crianças desse novo tempo vem abandonando praticas da meninice em detrimento de uma maturidade abstrata e superficial. No afã da maturação, muitas vezes incentivados por seus pais, tais crianças, cedo, param de brincar de boneca, de botão, de bola, de pique, e outras coisas mais.

É claro e notório que o lúdico, a fantasia, e as brincadeiras possuem um papel fundamental no desenvolvimento da psique humana. Na verdade, os momentos em que as crianças passam se divertindo brincando umas com as outras, contribuem para se desenvolverem tanto emocionalmente como intelectualmente.

Infelizmente a mídia tem tido um papel absolutamente desagregador em nossa sociedade, desconstruindo assim valores indispensáveis à saúde humana.

É inegável que os meios de comunicação ao longo dos anos imprimiram cada vez mais em nossas crianças a aceleração do descobrimento e afloramento precoce da sensualidade e sexualidade. Basta repararmos nas meninas que cada vez mais cedo, abandonam a brincadeira de boneca em detrimento do namoro com um menino. Em contra-partida ao focarmos na garotada logo percebemos que as brincadeiras saudáveis cederam lugar aos vídeos games e jogos eletrônicos que corroboram para o adoecimento da mente e do corpo.

Criança tem que ser criança! Viver o lúdico, a fantasia, desfrutar do riso, da alegria. Até porque, quando isso não acontece, a criança emocionalmente adoece.

Acredito que os pais possuem papel fundamental no resgate de valores da moralidade. E para tanto é indispensável que entendamos que a televisão foi feita para entretenimento do povo e não para ser babá eletrônica de nossos filhos. É imperativo e necessário também que entendamos que queimar etapas em vez de significar promoção social, representa regressão emocional para muitos de nossos infantes.

Quero incentivá-lo a nutrir na garotada o prazer pela vida. A vida é bela, é deve ser vivida momento a momento. Criança deve ser criança, até porque é sendo criança, vivendo como criança, não queimando etapas, nem tampouco ultrapassando os limites naturais da vida é que poderão no futuro construir um mundo melhor.

7) Assuma o papel que Deus lhe deu de pai e mãe, e não transfira a responsabilidade primordial de educar seus filhos para a escola ou igreja.

Pense nisso!

Fonte: Blog Pr Renato Vargens
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Tentando entender e superar os conflitos entre as gerações I

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Renato Vargens

O nascimento dos filhos é sempre uma alegria. No entanto, na medida em que eles vão crescendo, os problemas vão surgindo. Na verdade nem sempre pais e filhos se entendem bem, e o resultado de seus problemas relacionais são os chamados conflitos de gerações.

O médico inglês Ronald Gibson começou uma conferência citando quatro frases:

1) “Nossa juventude adora o luxo, é mal-educada, caçoa da autoridade e não tem o menor respeito pelos mais velhos”. Nossos filhos hoje são verdadeiros tiranos. Eles não se levantam quando uma pessoa idosa entra, respondem a seus pais e são simplesmente maus."

2) "Não tenho mais nenhuma esperança no futuro do nosso país se a juventude de hoje tomar o poder amanhã, porque essa juventude é insuportável, desenfreada, simplesmente horrível."

3) "Nosso mundo atingiu seu ponto crítico. Os filhos não ouvem mais seus pais. O fim do mundo não pode estar muito longe."

4) "Essa juventude está estragada até o fundo do coração. Os jovens são malfeitores e preguiçosos. Eles jamais serão como a juventude de antigamente. A juventude de hoje não será capaz de manter a nossa cultura."

Após ter lido as quatro citações, ficou muito satisfeito com a aprovação que os espectadores davam às frases, e somente então, revelou a origem delas:

A primeira é de Sócrates (470-399 A.C);
A segunda é de Hesíodo (720 A.C);
A terceira é de um sacerdote do ano de 2000 A.C;
A quarta estava escrita em uma vaso de argila descoberto nas ruínas de Babilônia e têm mais de quatro mil anos de existência.

Amado irmão, é importante que entendamos de que não existem receitas mágicas para superar os Conflitos relacionais entre pais e filhos. O que na verdade devemos observar são alguns princípios práticos, que se trabalhados de forma efetiva poderão nos ajudar a construir uma familia mais saudável.

Algumas sujestões práticas:

1) Invista tempo na companhia de seus filhos.

A única lembrança que Salomão registra sobre a sua infância é o fato de o seu pai ter gastado tempo com ele. “Porque eu era filho tenro na companhia de meu pai, e único diante de minha mãe. E ele me ensinava e me dizia: retenha o teu coração as minhas palavras; guarda os meus mandamentos, e vive (Pv 4:3-4)”.

2) Não tenha medo em estabelecer limites.

Depois do amor, disciplina é a coisa mais importante que você dá para ele.

3) Desenvolva a arte de soltar pipa.

Isto significa de que no processo de educação de Filhos é absolutamente necessário dar e puxar a linha. Até porque, é no equilíbrio de puxar e soltar que a pipa sobe aos céus. Certa vez perguntaram a mãe de Martin Luther King, o que ela tinha feito para que o seu filho se tornasse o que se tornou. Ela sem titubeios respondeu: dei-lhe asas e raízes.

4) Desenvolva uma relação de cumplicidade e amizade com seus filhos.

Não é preciso possuir dons especiais para afirmar que a correria do dia a dia traz sobre cada um de nós uma enorme pressão emocional. Na verdade, trabalho, contas a pagar, aborrecimentos no trânsito, além das preocupações e tensões relacionadas à existência, tem proporcionado a uma significativa camada da sociedade brasileira um relevante adoecimento relacional.

Infelizmente as relações familiares estão cada vez mais desprovidas de afetividade, cumplicidade e alegria. Ouso em afirmar, que a agitação da modernidade, bem como as preocupações desta vida, tem contribuído em muito para o esfriamento das relações. Isso se percebe, pela ausência da festa, do riso, do toque, e da celebração em nossos lares, até porque, pra muitos torna-se absolutamente impossível, viver e expressar alegria, experimentando situações de pressão e adversidade.

A ansiedade é um tipo de sentimento que comumente toma conta de nossos corações em situações com estas. Não tenho a menor dúvida em afirmar que a ansiedade pode ser considerada como um dos mais poderosos ladrões da alegria. Na verdade, ela tem a capacidade de nos roubar momentos únicos e expressivos na relação familiar. Quantos em virtude da “pré-ocupação” extensiva e exagerada, não tem jogado pelo ralo da existência momentos especiais de celebração com a família?

Amados, entenda que por maiores que sejam seus problemas, eles não têm o direito de promover na relação com cônjuge, pais e filhos o esfriamento do amor. Não deixe, que inquietações da cotidianidade, bem como as apreensões com o dia de amanhã roube da sua família momentos únicos onde o riso, a festa e alegria façam-se presentes.

Que tal, instituir o dia do riso? Porque não estabelecer o momento piada? Que tal jogar as almofadas no chão da sala, chamar os filhos pra perto, contar e ouvir histórias? Já pensou numa boa guerra de travesseiro?

5) Aprenda a elogiar e ajude seu filho na construção de uma boa auto-estima.

No final de uma tarde ensolarada de verão, depois de um dia exaustivo eu estava no meu gabinete pastoral quando tive a idéia de mandar um torpedo para o meu filho de 13 anos. Imediatamente peguei o celular e comecei a digitar algumas palavras de elogio e amabilidade. Falei que o amava, que ele era extremamente inteligente, esperto, bonito, além de grande amigo. Cinco minutos depois ele respondeu minha mensagem através de outro torpedo dizendo: “Papai eu gostei!” Confesso que ao ler aquelas 03 pequenas palavrinhas fui tomado por um desejo enorme de continuar falando coisas boas para o meu filho. Naquele instante, deixei de lado tudo o que estava fazendo e continuei a enviar-lhe mais torpedos, elogiando-o, falando de suas inúmeras qualidades, da sua amizade e carinho para comigo e etc. Sem que déssemos conta, ficamos nessa troca de mensagens por quase meia hora, elogios daqui, respostas alegres e felizes de lá e fortalecimento da relação.

Não preciso nem lhe dizer que saímos do nosso “bate-papo” mais amigos, mais cúmplices, mais apaixonados.

Querido leitor, acredito piamente que os elogios sinceros e verdadeiros que brotam do peito de alguém que ama a vida tem um enorme poder de criar e construir relações saudáveis. Você já se deu conta de que na nossa existência muitas das vezes demonstramos uma grande dificuldade de falar bem ou elogiar alguém? Como é que você lida com o elogio? E as suas relações pessoais, como são? Amáveis? Fraternas?

Preste atenção no que vou lhe dizer:

Se desejar, você poderá ter uma vida muito mais frutífera e feliz se aprender a cultivar o hábito de falar bem das pessoas e para as pessoas. Afetividade, amabilidade, elogio sincero contribuem para relações abençoadas e amigáveis.
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Quando a esposa do pastor é jogada para escanteio...

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Renato vargens

Na minha caminhada cristã, tenho visto um número significativo de esposas de pastores, marcadas negativamente pela igreja. Na verdade, basta olharmos para os nossos arraiais evangélicos que perceberemos uma quantidade de mulheres de Deus, feridas e adoecidas emocionalmente em virtude da pressão do ministério pastoral do marido. Para piorar o quadro, quando o esposo adultera ou abandona o lar, ou até mesmo falece, a família do pastor é severamente punida.

Conheço inúmeros casos de mulheres que ao enviuvarem foram despejadas de suas comunidades locais, lançadas a escanteio, entregues ao “deus-dará”. Ora, se não bastassem à dor do luto, ou o abandono do marido, as esposas de pastores sofrem a humilhação de serem consideradas “personas non gratas” na igreja que faz parte. Sei de um caso onde após a morte do pastor, a esposa e os filhos receberam a “sugestão” de procurarem outra igreja para servir a Deus, visto que sua permanência na Comunidade poderia gerar constrangimentos com a esposa do novo pastor.

Por acaso você já se deu conta de que temos a enorme facilidade de “coisificar” à vida jogando na lata do lixo aqueles que não nos servem mais? Caro leitor, o mais tenebroso de tudo isso é que a indiferença, o desrespeito, ou até mesmo a brutalidade destinados a família do pastor, se mostram de forma implacável em centenas de igrejas neste país.

A esposa do pastor e seus filhos não são coisas ou objetos descartáveis, antes pelo contrário, são pessoas carentes de atenção, compaixão, abraços, toques e amor.

Pense nisso!

Fonte: Blog Renato Vargens
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Garoto de 6 anos não foi encontrado no balão à deriva nos EUA, diz polícia

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Ele pode ter caído durante o voo, segundo a polícia.
Artefato foi construído pela família do menino.


O balão desgovernado que caiu nesta quinta-feira (15) no estado americano do Colorado estava vazio, informou a polícia local.

O garoto de seis anos que se imaginava que estivesse no artefato não foi encontrado, e seu paradeiro ainda é desconhecido.

Um porta-voz da polícia disse que havia a possibilidade de o garoto ter caído do balão, uma vez que uma das portas parecia estar aberta.

Fonte: G1
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Ao mestre com carinho

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"Educa a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele." Pv 22:6

O que é um "Professor"?

Seria um mentecapto masoquista, que possui o insano desejo de flagelar-se diuturnamente em salas hiperlotadas e com uma carga horária escravagista e mal remunerada???

Talvez um kamikaze mental, a buscar a glória do suicídio moral e social pela venerável profissão???

Ou seria um herdeiro dos heróis mitológicos Perseu e mesmo Héracles, pois só assim para suportar tanta ignomínia impetrada e ainda assim fazer:

A) Plano de Aula;

B) Correção de provas, testes e trabalhos;

C) Orientação dos alunos;

D) Sair de uma escola para outra, às vezes cinco ou seis empregos distintos, trabalhando além das 8 horas diárias por lei para ter o mínimo de dignidade para sí e sua família...
Classe tão aviltada por mau exemplos aqui e alí, mas cuja massa ainda prima pelo "sacerdócio" de ensinar e pelo "manto" de "educador".

A esses nobres colegas meus parabéns, minha admiração aos que ainda pelejam nas salas de aula e meu lamento por essa sociedade que não sabe valorizar nossos profissionais.

Sem o professor, não haveria nem os médicos, juízes, cientistas, e todas as demais profissões.
Parabéns e que Deus os abençoe nesse dia meus irmãos.

Embora já tenha entregado os pontos e largado o magistério pela afronta que é lutar contra esse patronato escravagista e esse governo meliante, meus sinceros respeito e admiração, para quem ainda carrega sobre sí, esse "sacerdócio" e esse "manto"....

PARABÉNS, PROFESSORES DO BRASIL....
Por Julio Cesar, vulgo "Cyrano".


Fonte: Mulher adoradora
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"Amor"... Infantilmente de diferentes maneiras

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"Jesus, porém, disse: Deixai os meninos, e não os estorveis de vir a mim; porque dos tais é o reino dos céus."
Mateus 19:14


Fonte: Mulher Adoradora
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Ao comportamento religioso

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Por Esdras Gregório


A igreja evangélica hoje corre o risco de se tornar assim como a igreja católica: uma religião de mulheres e crianças. Isso é estatística: entre as categorias de leigos que não exercem função nenhuma nas igrejas a maioria dos membros são mulheres.

Porque essencialmente o homem sendo um ser mais voltado ao lado social da vida, vê os meandros da instituição, a mulher não! A mulher vai à igreja por que se interessa pelo sentido espiritual da religião e não se preocupa tanto com a direção institucional administrativa da igreja.

A mulher menos se frustra ou se rebela contra a liderança religiosa, por que ela vai à igreja para adorar à Deus.
Já o homem, vê os homens, seu domínio, suas ideologias, sua política. O homem sendo mais racional perde com isso, a mensagem é bloqueada pelo seu olhar desconfiando do andamento da Coisa, enquanto a mulher geralmente mais emocional e não tendo os instintos tão desenvolvidos de socialização, busca o que realmente interessa: “a fé, o amor e a esperança”.

O homem nota a fragilidade do Dogma, a fraqueza dos ministros, à mulher observa a operação de Deus, a infalibilidade Divina; o homem enxerga os interesses da cúpula, a mulher discerne a vontade do Senhor.

O homem tem na igreja interesses de poder, quer seja na liderança, ou no poder de influência em sua insurreição contra a denominação. O homem de habilidade, se não conseguir relevância por não adotar o pensamento dominante do sistema, revolta-se contra ele, e frustrado acaba ficando em casa. A mulher vai à igreja porque pra ela é lá que é a Casa de Oração, pra ela sendo Cristo o Cabeça.

Enquanto a mulher crê que o pastor (ou padre) é um homem quase infalível, posto incondicionalmente por Deus, o homem suspeita ser o sacerdote um homem que se impõe a si mesmo, que erra muito, que é parcial. Por isso sendo a mulher aberta para a atuação de Deus por vasos humanos, ela naturalmente é mais piedosa e olha a igreja com o amor que: “não suspeita mal, não se ensoberbece, tudo crê, tudo suporta”.

O homem pensa, consistir Deus em um Ser masculino, racional, equitativo e sistemático, por isso se debate em doutrinas. Mas a mulher sendo mãe entende que Ele é um Ser assim como ela, que gera a vida de si mesmo e que cuida especialmente de cada um dos seus pequeninos. O que equivale a dizer que enquanto o homem erradamente presume que Deus esta preocupado com coisas abstratas como a verdade e a justiça, a mulher instintivamente percebe que Ele se preocupa verdadeiramente é com pessoas reais que tem sentimentos, que sofrem, que chorão.

Jesus vendo a humildade e pureza das crianças nos disse para ser como elas, pois só assim poderemos ver a Gloria de Deus e permitir a operação do Senhor em nossas vidas em meio a organizações religiosas tão humanamente dominada por machos boçais.
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Todo enfiado na creche?

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Nojento, deprimente, boçal...

E o pior é que muitos pais incentivam esse tipo de situação com seus filhos.

Quem não lembra dos programas de Raul Gil e similares, onde as crianças dançavam "na boquinha da garrafa" e "segura o Tchan"? Essa pouca vergonha de expor crianças a situações assim, existe na maioria dos estados brasileiros. Aí vem o IBGE fazendo pesquisa pra descobrir porque está aumentando o número de adolescentes grávidas...

Aqui no RJ, as menininhas de 4 anos já dançam funk e cantam letras como essa:

"Dako éh bom!
Dako éh bom!
Calma minha gente, é só a marca do fogão!!
Calma minha gente, é só a marca do fogão!!
Dako éh bom!"

Lamentável...


***
Dica da Trinity, na comunidade do Púlpito Cristão no Orkut. Comentário de Carla Alvarenga.

***
Pais, observem seus filhos! Faça perguntas, pesquise, procure saber o que se passa na sala de aula.
Não estamos livres de tais aberrações. Sei que as necessidades de hoje em dia nos obriga a deixar filhos em creches, berçários, com babás; mas devemos estar de olhos abertos.

Jonara
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Filhos que abandonam os pais idosos

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A ingratidão é como um cão feroz, se morder alguém pode fazer estragos significativos em nossas vidas.

Pois é, a ingratidão de vez em quando se faz presente em nossos relacionamentos, e ser alvo dela é absolutamente estarrecedor. Comumente recebo em meu gabinete inúmeras pessoas que se queixam das ações e reações de cônjuges e filhos que por motivos banais esqueceram no canto da existência expressões de afetividade e amor.

Ora, sofrer ingratidão por parte daqueles com quem nos relacionamos é extremamente dolente, e Infelizmente num mundo “ensimesmado” e egoísta como o nosso, tornou-se comum encontrarmos nas estradas da vida pessoas ingratas.

O apostolo Paulo afirmou em sua segunda carta a Timóteo de que nos últimos tempos os homens seriam amantes de si mesmos. Na verdade, segundo Paulo, a geração dos últimos dias estaria muito mais preocupada com seu próprio umbigo, do que com a dor do próximo.

Caro leitor, na minha experiência pastoral tenho presenciado inúmeros casos de senhores e senhoras que por motivos absolutamente banais foram abandonados pelos seus filhos, varejados em asilos, descartados como objetos desprezíveis e sem valor.
A ingratidão marca e fere a alma e como cão feroz estraçalha corações e sentimentos. Diante disto, jamais permita que a insensibilidade tome conta do seu coração. Anteponha-se a ela e prenda o cão feroz que porventura esteja vivo em você.

Renato Vargens
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