Amor e Felicidade

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O amor liberta o coração das garras do egoísmo e dissolve aq treva amarga da tristeza. para ter um coração livre, é preciso amar cada vez mais desprendidamente, tendo dentro de si a verdadeira fonte de amor: Deus.




A felicidade não consiste em satisfazer todos os nossos desejos, mas em colher as pequenas folhores de alegria espalhadas pela vida ao longo do nosso caminho. Desfrute,pois, a felicidade de hoje, não a guarde para depois. Lembre-se que a felicidade não é um grão para ser armazenado em um caixa. Não é vinho para ser guardada em odres.




A felicidade é como uma árvore, da qual se escolhe o fruto no tempo próprio. O amor é o fruto que caracteriza o cristão maduro.




A vida é bela, mas a nossa incapacidade de amar tira-lhe a beleza e cobre-a de trevas. O amor é sempre fonte de luz, mas a estreiteza do nosso egoísmo nos cerca de escuridão, por isso, necessitamos da presença constante de Deus em nossa vida: Deus é luz e nele não hátreva alguma. (1Jo 1.5).




Para ter um coração livre, alegre e feliz, é preciso ter Crsito e viver smpre pronta para servir. O que você espera da vidas? O que você espera dos outros? E o que o outros esperam de você?


Ponha seu coração a serviço do amor de Deus, do amor desprendido, e seja feliz, porque:

O amor jamais acaba (1 Co 13.8).


por: Antonieta Rosa - A mulher cristã e os desafios da lidarença - pág. 162.
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Casamento Misto

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O Senhor, estabeleceu condições definidas com respeito à pessoa com quem o crente deve se casar. A Bíblia, indica claramente que o casamento do povo de Deus deve ficar limitado aos da mesma fé. A pessoa crente não deve casar-se com alguém que não faça parte do povo de Deus.

Por Augusto Bello de Souza Filho


1. Os Ensinamentos do Velho Testamento

O Velho Testamento, contém exortações suficientes para confirmar que não devemos nos casar fora do povo de Deus (Deut 7:3-4).
Não foi permitido ao povo de Israel, que seus filhos se casassem com os filhos de seus vizinhos: cananeus, heteus, zebuzeus, filisteus, moabitas, amonitas, edomitas, sidônios etc. para que não se desviassem seguindo os costumes destes povos na adoração a outros deuses. Salomão cometeu abominação diante de Deus casando-se com mulheres estrangeiras (I Reis 11:1-9).

1.1 O Aviso de Josué

Josué, também avisou sobre o povo da terra, pois isso poderia tornar-se um laço, uma armadilha para eles. Esposas e maridos estrangeiros seriam como espinhos e os amarrariam até que eles fossem destruídos. (Josué 23: 12-13).

1.2 A Volta de Neemias

Quando Neemias retornou à terra de Judá, depois de visitar a terra de seu cativeiro, ele descobriu que muitos dos filhos de Israel não podiam falar a língua dos judeus devido aos casamentos mistos que tinham contraído. Neemias contendeu com eles e os obrigou a se separarem completamente das mulheres estrangeiras (Neemias 13:23-27). O grande problema dos casamentos mistos é que mais cedo ou mais tarde os filhos tenderão mais a seguir o pai ou mãe descrente, e deixarão de servir a Deus com o que é crente. Os casais mistos são testemunhas da lutas e dificuldades para criarem os seus filhos no evangelho.

1.3 A Época de Malaquias

Casar com a filha de um gentio, aos olhos de Deus, significa profanar a sua santidade. Portanto, o casamento cristão fica limitado aos crentes, principalmente aos que professam a mesma fé e ordem. (Malaquias 2:11).
Salomão foi o mais sábio dos reis, contudo, caiu na idolatria através de casamentos com mulheres estrangeiras.

2. O Ensino do Novo Testamento

No Novo Testamento, Paulo escreve claramente com respeito a quem pode ser a outra parte na união conjugal.
2.1 Uma Palavra Para as Viúvas

Escrevendo a Igreja de Coríntios, Paulo recomendou em sua primeira carta que a mulher está ligada ao seu marido enquanto vive, contudo se vier a falecer o marido, a mulher está livre para casar-se novamente, mas somente no Senhor. (I Cor 7:39).

2.2 Não Vos Ponhais em Jugo Desigual

O apóstolo Paulo, mostra implicitamente com quem o crente deve casar-se, em sua segunda carta a Igreja de Corintios (II Cor 6:14). Para um crente e um incrédulo trabalharem juntos a fim de alcançarem um determinado alvo, seria como colocar juntos dois tipos opostos de animais, sob um único jugo, para ararem a terra. (Deut 22:10). O boi é lento e o jumento rápido. Um quer ir por um caminho e o outro por outro caminho. No caso do jugo desigual entre o crente e o descrente, um vai estar preocupado com as coisas espirituais e o outro com as coisas materiais. Um vai em busca das coisas eternas na direção do céu e o outro nas coisas passageiras do mundo.

2.3 Se For Casado Com Uma Pessoa Não-Salva e Este Quiser se Apartar

Escrevendo aos Coríntios, o Apóstolo Paulo responde esta questão dizendo que se um cônjuge não crente quiser se apartar, que o cônjuge crente permita (I Cor. 7:15). A iniciativa da separação nunca deve ser do crente e sim dos descrente. Não é o crente que quer se apartar, mas o incrédulo. É o descrente que está descontente, pensando que não há mais futuro no lar para eles, desde que o crente se converteu ao Senhor. Jesus predisse que haveria problemas na família por causa do evangelho (Luc 12:51-52; 18:29-30; Mat 19:29; Mat 10:34-36).

2.4 Se ele ficar, o Senhor o salvará

Se a esposa ou o marido incrédulo consente em morar com o crente, Paulo diz que este não deve deixar o seu cônjuge. Deus nos chamou à paz. O incrédulo é santificado no convívio com o crente. Pode ser que a esposa ou o marido incrédulo seja salvo (I Cor 7:12-14).

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Lugar seguro

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Pr. Eduardo Tompson


Imagine alguém morar num ambiente hostil, num local de malfeitores, pervertidos e loucos.
Imagine não haver motivo algum para expressar confiança em ninguém por todos terem se extraviados.
Certamente, é o caso do ser humano e a sua família os quais Deus criara originalmente.

A palavra de Deus afirma: “Não creiais no amigo, nem confieis no companheiro; guarda as portas da tua boca daquela que repousa no teu seio. Pois o filho despreza o pai, a filha se levanta contra a mãe, a nora contra a sogra; os inimigos do homem são os da própria casa.” (Mq.7:5-6).

Esse é o lastimado quadro do homem e a sua família: amigo traidor; companheiro falso; esposa que não guarda conveniência, os segredos e intimidades do marido, são mexeriqueiras, mandonas, irreverentes, manipuladoras; filho ingrato e desprezador do pai, filha que não liga pra mãe, antes, inimigas; nora que desonra e despreza a sogra, enfim, os inimigos do homem são os da própria casa. Essa é a conseqüência de uma vida sem Deus.


Esse é o quadro da família sem Deus, e, logicamente, como tudo sem Deus, sem segurança alguma, uma família insegura, sem nenhum vínculo forte que a possa uni-la e fazê-la permanecer unida, mas, pelo contrário, conforme Mq.7:2 e 4, “cada um caça a seu irmão com rede” e “o melhor deles é como o espinheiro”.

Que quadro desolador!!! Infelizmente, muitos têm vivido como se refere Amós 5:19 - “...como se um homem fugisse de diante do leão, e se encontrasse com ele o urso; ou como se, entrando em casa, encostasse a mão à parede, e o mordesse uma cobra.” - muitos lares e famílias se tornaram verdadeiros lugares inseguros contaminados pelo “vibrião luciférico”.

Mas graças a Deus que Ele mesmo providenciou, e sempre o fará, a operação para a completa limpeza, descontaminação e restauração da família, que é Sua idéia original, porque “ele mesmo converterá o coração dos pais aos filhos, e o coração dos filhos aos pais”, para que a maldição cesse (Ml.4:6).


A Palavra também nos ensina que devemos endireitar as nossas veredas, preparando o caminho do Senhor, pois, quantos estão seguindo caminhos estranhos, sujos e desonrosos!!!

Assim, para preparar o caminho para que o Senhor opere na sua família de forma a fazê-la efetivamente um lugar seguro é necessário:

(1º) Ouvir e cumprir os ensinamentos do Senhor, pois “todo aquele que ouve as minhas palavras e as põe em prática será comparado a um homem prudente que edificou a sua casa sobre a rocha... ”(Mt.7:24-27);

(2º) Olhar para o Senhor com os olhos da fé - “Eu, porém, olharei para o Senhor”(Mq.7:7a);

(3º) Esperar e descansar em Deus - “esperarei no Deus da minha salvação.” (Mq.7:7b); e,

(4º) Orar e declarar:“O meu Deus me ouvirá.” (Mq.7:7c).

Assim, sua família será um lugar seguro, lugar de glorificação ao Nosso Deus e Pai do Senhor Jesus Cristo, nossa salvação, lugar do Espírito Santo.
Família cristã, lugar seguro. E a sua é?

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Filhos adolescetes 2/2

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I. ORIENTAÇÕES PRÁTICAS





a) DEPENDER DO ESPÍRITO SANTO EM TUDO (Jo 16:13).

b) BUSCAR DE DEUS SABEDORIA. (Tg 1:5-6). É importante anotar que um filho sábio será, em grande parte, resultado de ter tido um pai e/ou mãe sábio.

“PRODUZIR UM FILHO PRUDENTE E SÁBIO VALE MIL VEZES MAIS QUE UM FILHO SIMPLESMENTE DÓCIL POR ESTAR SUBJUGADO PELA FORÇA PATERNA” (Keith Bentson).

c) NUNCA PERDER A COMUNICAÇÃO COM OS FILHOS. Falar a verdade em amor (Ef 4:25). Conversar com eles. Deve-se escutar os filhos com calma, atenção e compreensão e juntos buscarem as soluções. Responda sempre a todas as perguntas sem meias verdades. Sendo sempre sinceros para que eles aprendam a sinceridade.

d) AMIZADE SINCERA. Serem realmente amigos dos filhos. A comunicação, a educação e o relacionamento será bem mais proveitoso dentro de uma amizade sincera

e) RESPEITAR SEMPRE AS ÁREAS MAIS SENSÍVEIS DO ADOLESCENTE:

 Sua Aparência. Animá-los constantemente, pois todos já passaram por isso. Mas, cuidado, não usar de falsos elogios.

 Seus Gostos e Opiniões (roupas, modas, comportamento), nada se refere a pecado ou aparência do mal, só gostos e opiniões.

f) ELOGIAR SEMPRE, CRITICAR SÓ QUANDO REALMENTE FOR INDISPENSÁVEL. Quando os filhos atuarem bem, deve-se elogiar e estimulá-los. Felicitá-los por seu esforço e pelos seus resultados alcançados, isso os animará a prosseguirem.

g) SER FIEL AOS FILHOS. Em se tratando de adolescentes ainda mais. Não se deve contar o que foi revelado no íntimo. É importante não expor a intimidade, os sentimentos, as paixões e opiniões, só quando permitido por eles.

h) COLOCAR ALVOS E METAS (Sl 127:3-5). Como os adolescentes estão muito preocupados em viver o presente, em sentirem-se participantes, não sabem colocar metas de longo prazo. Isto cabe aos pais. É necessário tratá-los em áreas específicas da sua vida: no lar, na escola, na Igreja e na vida social. Deve-se tratar uma área de cada vez.

i) COLOCAR DESAFIOS: Mostrar diversas profissões, diversas atividades, prepará-los para a vida. Eles são como flechas nas mãos dos guerreiros (pais). A responsabilidade de dar a direção é dos pais e não deles. Todavia sempre respeitando seus gostos. Desafiem os adolescentes para:

 Pregação da palavra;
 Ser e fazer discípulos na escola;
 A influenciar a outros e não serem influenciados;
 Boas músicas;
 Boas leituras.

j) SER EXEMPLO de conduta aos filhos. Eles tendem a ser como seus pais, mesmo quando resistem a eles.

k) APLICAR A DISCIPLINA COM FIRMEZA e de forma razoável, mesmo que ameaçam a sair do lar. Os pais não podem permitir que a rebelião destrua a integridade do lar. Se admitir a atitude rebelde do filho em casa, perderá o controle e a autoridade .

l) CONFIAR EM DEUS. O Senhor é fiel.


A criação dos filhos implica numa enorme responsabilidade. Muitas vezes vai além da capacidade natural dos pais para fazê-la. Mas, se esta tarefa é aceita com fé e na dependência de Deus, encontraremos graça do Senhor para realizá-la.

Sempre deve ser lembrado que criar filhos é para Deus. Criá-los para que sejam participantes responsáveis em sua grande família. Assim os pais desempenharão sua tarefa com eficiência e fé, contando com a presença e bênção do Senhor
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Os Deveres dos Pais no Senhor

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Para que a Família seja bem sucedida é necessário que os Pais estejam completamente dentro da vontade do Senhor Jesus, e mantenham os Filhos nesta direção, ou seja, "em busca de Deus".





Para tanto, há Deveres e Obrigações que os Maridos e Esposas tem de permanecer.


I - O Dever dos Maridos, com as suas Esposas
:



a.. O Dever de "Respeita-las", I Ped. 3:7;


b.. O Dever de "Ama-las", Efe.5:25, Col. 3:19;


c.. Dever "Considera-las", Gen.2:23, Mat. 19:5


d.. O Dever de "Fidelidade", Prov. 5:18-19;


e.. "Se Aconselhar com Elas", Gen. 31:4-7.


II - O Dever das Esposas. Com os seus Maridos:



a.. O Dever de "Honra-los", Ester 1:20;


b.. O Dever de "Ser Organizada", Prov. 31:27;


c.. O Dever de "Ser Submissa", Efe. 5:22;


d.. O Dever de "Fidelidade", I Tim. 3:11, Tito 2:4;


e.. "Ganhar" o Marido "sem palavra", I Ped. 3:1.


III - A Família "aos Pés" do Senhor Jesus:



a.. A Família é a "Igreja no Lar", servindo à Deus.



a.. Dedicação. Josué e sua Casa, Josué 24:15;


b.. Interceder. Jó e seus filhos, Jó 1:5;


c.. Testemunhar. O endemoninhado, Lucas 8:39;


d.. Ouvir. Maria ouve ao Senhor, Lucas 10:38-39;


e.. Levar. André leva seu Irmão à Jesus, Jo 1:40-41


f.. Se Decidir por Cristo, Jo 4:46-53, At 16:13-15.


Pense nisso:
A Família tem de permanecer na presença de Deus, pela atuação dos Maridos e Esposas, levando os Filhos à presença do Senhor Jesus.

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Filhos adolescetes 1/2

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RELACIONAMENTO COM FILHOS ADOLESCENTES




A adolescência é uma etapa de muitas mudanças, tanto no corpo como na mente. É nessa época que o jovem começa a descobrir a sua independência. Isto demonstra seu progresso rumo à maturidade. Mas nessa época, começam os conflitos de rebelião contra todo tipo de auto-ridade, sobretudo a dos pais.

Salomão aconselha os pais de adolescentes que orientem a seus filhos sobre a vaidade da adolescência e juventude. Para que cuidem do coração e dos olhos, pois deverão prestar contas a Deus acerca das deci-sões que tomam. Também sobre as conseqüências que essas decisões acarretam. Aconselha aos jovens para que lembrem-se de Deus na juven-tude, ao invés de desenvolver a vida em vaidade (Ec 11.9 - 12.1).

I. COMO É A ADOLESCÊNCIA?

Dos 12 aos 16 anos, o adolescente começa a descobrir a sua pró-pria identidade. Adquire uma consciência de si mesmo e do sexo oposto. Tem noção das diferenças sociais. As amizades são mais duradouras. Valorizam a lealdade e a confiabilidade. Há um maior desenvolvimento da independência. Os filhos desta idade precisam estabilidade em seu lar e muita paciência e compreensão por parte de seus pais.

A partir dos 17 anos, o jovem continua debaixo do cuidado pater-nal, mas leva uma vida mais independente. Estes podem ser anos de grande companheirismo com os pais ou, de maior distanciamento. Os pais têm que saber “soltar as rédeas” aos poucos e confiar na formação que deu a seus filhos durante os anos anteriores. Esta etapa pode ser de profunda relação com Deus mas, justamente por ser assim, deve ser orientada pelos pais.

É indispensável, nessa fase, haver uma boa comunicação entre pais e filhos. É um tempo de idealismo, ilusões, sonhos e fantasias. O jovem precisa de modelos dignos, e com alvos definidos para a vida. É um tempo para fixar metas, estabelecer relações e determinar o nível de compromisso onde irá desenvolver sua vida:

II. METAS A SEREM ESTABELECIDAS

Os pais devem levar seus filhos a:

a) NO LAR. Assumir responsabilidade pessoal quanto ao uso do tempo, nas tarefas domésticas, no cuidado e conservação da propriedade familiar. Bem como, desenvolver bons hábitos e estabelecer uma forma correta de relacionamento com os de-mais membros da família.

b) NA ESCOLA. Dedicar-se aos estudos, fazendo o melhor possí-vel para aprender controlar-se e vencer o desânimo que leva muitos a abandonar os estudos. Ter em mente que está se preparando para o futuro.

c) NO TRABALHO. Aprender a cuidar dos interesses do patrão e que seja diligente, esforçado e cumpridor. Bem como, a ser pontual, honesto, disposto e manter uma atitude correta para com os colegas de trabalho.

d) NA IGREJA. Aprender a respeitar os líderes e aos demais ir-mãos, identificando-se claramente com eles. Participar de to-dos os eventos e cooperar com o avanço do Reino de Deus. E, acima de tudo, criar uma profunda relação com Deus.

e) NA SOCIEDADE. Respeitar as autoridades e as leis, e cultivar uma boa atitude para com elas. Escolher suas amizades com cuidado

III. DISCIPLINA DOS FILHOS ADOLESCENTES

Um dos piores sentimentos que um adolescente pode sentir é a culpa causada pela desobediência. Isto é produzido pela ação do Espí-rito Santo (João 16.8). A culpa produz dor na alma, mas a disciplina e o castigo o liberta dela.

Por esta razão, o adolescente espera e necessita ser disciplinado quando desobedece. Faz parte da ordem de Deus na formação dos filhos. A disciplina e o castigo educam e reforçam a vontade. Ajudam o jovem a afirmar sua consciência e a atuar com resolução diante das pressões e influências externas. São duas as influências sobre os ado-lescentes: o satânico (todas as formas mundanas de pressão) e o divi-no. Diante delas, ele terá que decidir.

“O temor do Senhor é o princípio da sabedoria” Sl 11.10.

Os filhos devem saber que a desobediência sempre será castiga-da segundo o que Deus determinou. Se os filhos não forem discipli-nados, Deus disciplinará os pais (1Sm 3.13-14).

a) O USO DA VARA. Este é o método estabelecido pelo Senhor. Até uma determinada idade é plenamente eficaz e suficiente, podendo ser usada em casos graves ou repetitivos. Seguir o padrão ensinado no Capítulo 8. Entretanto, com filhos que nunca foram disciplinados anteriormente, as opções abaixo são mais adequadas. Deve-se, no entanto, buscar orientações dos mais experientes.

b) ADMOESTAÇÃO VERBAL SOMENTE. Não é gritar ou “jogar na cara” o erro do adolescente. Mas levá-lo a entender a gravidade do seu erro. Pode ser um sólido conselho até uma dura repreen-são. Apele para a razão e para a sua própria auto-estima.

c) ADMOESTAÇÃO COM PRIVAÇÃO DE ALGO QUE LHE AGRADE tem como objetivo provocar dor. A privação deve estar relacionada com o mal que o filho tenha cometido. CUIDADO: Não cortar algo que envolva sua formação intelectual ou espiritual (ex.: proibir de ir ao colégio ou de ir aos compromissos da igreja). Bem como não obrigar a fazer um trabalho para não incutir que trabalho é castigo.

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"Os Deveres dos Filhos no Senhor"

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Por Julio Cesar C. Leitão


A Família é composta de Pai, Mãe e Filhos. Os Pais que são Servos Fiéis, mantém os seus Filhos no Caminho de Deus, Prov. 22:6. Mas, cada um tem seus Deveres e Obrigações com o Senhor Jesus, tanto Pais, e principalmente, os Filhos.


I - Os Deveres dos Filhos no Senhor Jesus:


a.. Filhos são dadivas de Deus, Sal. 113:9 e 127:3;


b.. Tem de Honrar os Pais, Exo. 20:12 e Lev. 19:32;


c.. Dar ouvidos a Instrução, Deut. 4:9 e 11:19.


II - Os Deveres dos Filhos para com o Senhor:



1.. Ouvir o Ensino do Temor do Senhor, Sal. 34:11;


2.. Serem "Adoradores" do Senhor, Sal. 148:12-13;


3.. Serem "sábios e prudentes", Prov.10:1;


4.. Manter um "Bom Testemunho", Prov. 20:11;


5.. Nunca se Esquecer de Deus, Ecl. 12:1.


III - O Dever dos Filhos para com os Pais:



1.. Conhecer à Palavra de Deus, II Tim. 3:15;


2.. Observar e Guardar à Palavra, Prov. 28:7;


3.. Obedecer em tudo aos Pais, Col. 3:20;


4.. Honrar, Respeitar, Pai e Mãe, Efe. 6:1-3;


5.. Cuidar dos Pais Idosos, Prov. 23:22 e I Tim. 5:4.


Conclusão:



a.. Deus quer Filhos que "Obedeçam" aos Pais;


b.. Os Filhos tem de demonstrar amor, Gen. 46:29;


c.. Os Filhos tem de Ouvir os Pais, Prov. 13:1;


d.. Os Filhos tem de cuidar dos Pais, Gen. 47:12;


e.. Devemos Honrar aos Idosos, Jó 32: 6-7.

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Obrigada Mãe!

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Jesus valorizou a oração

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Jesus não precisava orar, mesmo assim dedicou grande parte de seu ministério à oração, Lc. 22: 41; não precisava jejuar, mas absteve-se de alimentos por quarenta dias no deserto, Mt. 4: 2. Não precisava ler a Lei, pois Ele mesmo era a Palavra viva, mas leu-a na sinagoga, Jo. 5: 24. Com isso, o Senhor estava ensinando-nos os mais altos valores e caminhos da vida devocional, através dos quais alcançamos nossa comunhão e relacionamento com Deus.




Jesus pontilhou seu ministério com muita oração, a mais pura e genuína intercessão que jamais se viu. Vemos Jesus enfatizando a validade da oração em várias circunstâncias:

a) Em Lucas 11: 5-8, Ele cita uma curiosa parábola, conhecida como a do amigo importuno, onde o tema central é a oração. Uma pessoa vai à casa do amigo, à meia-noite, pedir três pães emprestados. Jesus está querendo ensinar dois fatores. Primeiro, acreditar que o amigo era o meio para a solução do problema, que tinha os pães e que iria atendê-lo; segundo, ser persistente, perseverante, fazendo constranger o coração do benfeitor, como conclui o verso 8: se o amigo não se levantar para atender, levando em conta a amizade, o fará por causa da importunação, atendendo prontamente.

b) Em João 11: 41-42, no episódio da ressurreição de Lázaro, temos outro relevante seguimento da oração. Jesus exalta a necessidade de convicção que se deve ter ao fazer a petição. Note que Ele afirma “Pai, graças te dou porque me ouviste”.
Ao orar, estamos acreditando sinceramente que estamos sendo ouvidos. Jesus se torna mais enfático quando enriquece seu diálogo com o Pai, ao dizer: “Eu sabia que sempre me ouves”, referindo-se à certeza inabalável de que se traduz a oração.

c) Deus deseja atender-nos. Isaías, o profeta messiânico, se mostrou um habilidoso ministro na oração, quando afirmou que “a mão do Senhor não está encolhida para que não possa salvar, e nem surdo o seu ouvido para que não possa ouvir”, Is. 59: 1. Assim, ele termina por se mostrar conhecedor do Deus que servia, e da presteza dEle em ouvir nossos rogos.
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Manter a casa

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O trabalho é uma ordem bíblica. É o meio de o homem sustentar sua casa e viver dignamente; além disto, por meio do seu ganho ele também poderá servir ao reino de Deus e ao necessitado.

"Aquele que furtava, não furte mais; antes trabalhe, fazendo com as próprias mãos o que é bom, para que tenha com que acudir ao necessitado" (Efésios 4:28).

Ninguém que diz servir a Cristo deve negligenciar o cuidado de sua casa, pois as Escrituras declaram: "Ora, se alguém não tem cuidado dos seus e especialmente dos de sua própria casa, tem negado a fé, e é pior do que o descrente" (I Tm.5:8).

A Palavra de Deus também diz acerca daquele que não trabalha: "Porque, quando ainda convosco, vos ordenamos isto: Se alguém não quer trabalhar, também não coma. Pois, de fato, estamos informados de que entre vós há pessoas que andam desordenadamente, não trabalhando; antes se intrometem na vida alheia. A elas, porém, determinamos e exortamos, no Senhor Jesus Cristo, que, trabalhando tranqüilamente, comam o seu próprio pão" (II Ts.3:10-12).

Paulo se orgulhava de nunca ter sido um peso para ninguém, e de suas próprias mãos (seu trabalho) terem lhe provido o sustento (At.20:34). A igreja deve socorrer as viúvas que não tem condições de sustento, mas quando há alguém na casa que pode trabalhar para trazer o sustento, então a igreja é instruída a não sustentar este lar, mostrando a importância e o dever do trabalho:

"Honra as viúvas verdadeiramente viúvas. Mas, se alguma viúva tem filhos, ou netos, aprendam, primeiro a exercer piedade para com a sua própria casa, e a recompensar os seus progenitores; pois isto é aceitável diante de Deus" (I Tm.5:3,4).

E em seu trabalho, cada cristão deve fazer o melhor, para o Senhor e não para os homens:
"Servos, obedecei em tudo aos vossos senhores segundo a carne, não servindo apenas sob vigilância, visando tão-só agradar homens, mas em singeleza de coração, temendo ao Senhor.

Tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo coração, como para o Senhor, e não para homens, cientes de que recebereis do Senhor a recompensa da herança. A Cristo, o Senhor, é que estais servindo; pois aquele que faz injustiça receberá em troco a injustiça feita; e nisto não há acepção de pessoas" (Cl.3:22-25).

De igual modo, os que são patrões devem honrar os seus funcionários: "Senhores, tratai aos servos com justiça e com equidade, certos de que também vós tendes Senhor no céu" (Cl.4:1).
Vivendo assim, o Senhor será honrado!

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