Família – Uma idéia de Deus

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Por Rev. Julio Cesar Carmo Leitão



" O que é a Família ? "


Primeiramente, foi criada por Deus.

É composta do Pai, da Mãe e dos Filhos que surgem, que são gerados deste relacionamento, podendo ser naturais ou adotados, e "os agregados" ( tios, primos, etc ).


I - Deus teve a Idéia de criar a "Família":


a.. Começou criando o Homem, Adão, Gen. 2:7;


b.. Lhe deu uma casa para morar, Gen.2:8-9;


c.. Lhe deu manutenção da casa, Gen. 2:15;


d.. Lhe deu Mantimento para Viver, Gen. 2:16.


II - Deus determinou uma Ordem, Gen.2:17:


a.. Lhe deu uma Ajudadora, Eva, Gen. 2:18, 21-23;


b.. Lhe mandou ter muitos Filhos, Gen. 1:28;


c.. Os abençoou com Filhos, Sal. 127:3-5 e 128:3-4.


III - Deus quer Habitar em Família, Êxodo 25:8.


a.. Os deveres dos Pais na criação dos Filhos:



1.. Ensina-los à Palavra de Deus, Deut. 6:7;


2.. Treina-los na Palavra de Deus, Prov. 22:6;


3.. Prove-los na Palavra de Deus, II Cor. 12:14;


4.. Cria-los na Palavra de Deus, Efe.6:4, Col.3:21;


5.. Controla-los na Palavra de Deus, I Tim. 3:4,12;


6.. A Instrução dos Filhos no Senhor Jesus:

Deut. 4:9, Deut 31:13 e Prov. 22:6.


Conclusão:


a.. Compõe a Família o Pai, a Mãe e os Filhos;


b.. Deus Criou a Família para o Servissem;


c.. Criou o 1º Homem e lhe deu tudo para Viver;


d.. Criou a Mulher para ser sua Ajudadora Idônea;


e.. Os Filhos são Benções concedidas pelo Senhor;


f.. Por esta razão é nossa Responsabilidade cria-los
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Força na fraqueza

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(Juízes 13:24-25)



O filho de Manoá nasceu e lhe deram o nome de Sansão, que significa: O pequeno sol – talvez por antecipação à sua força descomunal e miraculosa energia semelhante à do sol que um dia se manifestaria em sua vida. Podemos perceber duas coisas fundamentais na vida de Sansão: ele foi abençoado e ele foi revestido pelo Espírito do Senhor.

I. “O Senhor o abençoou” – Ele era um jovem abençoado, e, apesar desse fato nos sugerir tantas coisas, pensemos em duas bênçãos claras na vida dele:

a) O Senhor o escolheu para que realizasse uma grande obra – que bênção ser escolhido por Deus! Que privilégio, que honra! Quando lemos que ele era abençoado pelo Senhor, não podemos deixar de pensar em sua eleição. Quando pensava sobre isso, fiquei meditando em minha própria vida. Quando fui escolhido, mesmo sem merecer, mesmo sem nada para oferecer o Senhor me escolheu. E por que o Senhor nos escolhe? Para “... darmos fruto e que o nosso fruto permaneça” (João 15:16). Que coisa linda, soa como uma poesia, uma linda poesia de Deus, quando nos escolheu e nos deu a honra de servi-Lo. Obrigado por ter me escolhido, Senhor!

b) O Senhor lhe deu um lar onde ele poderia crescer e se preparar para sua grande missão. Seus pais tinham sido orientados pelo Senhor e procuravam instruí-lo nos caminhos do Senhor, e aconselhá-lo sempre. Diante disso pergunto: Será que nos lembramos de agradecer ao Senhor pelos pais e pelo lar que Ele nos deu? Pelo carinho e dedicação que sempre recebemos de nossos velhos? A base de tudo é a família, e não seríamos o que somos hoje se não tivéssemos pais dedicados (não disse perfeitos) e tementes a Deus. Obrigado pelos meus pais, Senhor!

II. “O Espírito do Senhor passou a incitá-lo” – no original – “agia com vigor” – Ele passou a revesti-lo com:

a) Sua presença – quer dizer que o Senhor estava com ele, que o Senhor estava sempre por perto, quer dizer que o Senhor estava nele. Isso me faz pensar em nós que, quando nos tornamos filhos de Deus, passamos a ser templo do Espírito Santo, e que Ele está sempre em nós. Não há palavras para descrever tal honra, muito menos o tamanho da responsabilidade de sermos morada do Altíssimo.

b) Seu poder e Sua força – Penso que Sansão, fisicamente falando, não era tão diferente de outros de sua idade. Penso que, provavelmente ele não chamava atenção por ter um corpo avantajado. Não creio que ele se parecesse com um halterofilista ou fisiculturista. Não creio que ele vivia sem camisa, procurando expor sua musculatura bem definida, com sua cabeleira cobrindo as costas, tentando impressionar as menininhas do bairro. Quando penso nos primeiros anos de Sansão, penso nele como uma pessoa comum, com os mesmos sentimentos, desejos, fraquezas, defeitos e virtudes. A diferença é que “o Espírito de Senhor passou a incitá-lo”. Por isso, o autor de hebreus escreveu que Sansão, da fraqueza tirou força, quando era fraco o Senhor o fazia forte, dando-lhe poder para enfrentar o inimigo e as barreiras da vida.

Pense:
Nós que temos o Espírito do Senhor, podemos nos “fortalecer no Senhor e na força do Seu poder!”

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Meus filhos, meus discipulos

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Para fazer discipulos, precisamos ser discipulos. Jesus estabeleceu quatro importantes caracteríticas que seus discipulos devem possuir:






O verdadeiro discipulo ama Jesus acima de tudo(Lc 9:23; 14:26,27,33)
Estas passagens biblicas ensinam claramente que devemos amar a Jesus mais do que a nós mesmos, mais do que nosso próprio conforto, nossas posses, e até mesmo masi do que nossa família. Se não for assim, nunca seremos seus discipulos. A maneira pela qual investimos tempo e dinheiro falarão alto a nossos filhos, demonstrando se realmente amamos o Senhor.

O verdadeiro discipulo ama a Palavra de Deus
Disse Jesus dos judeus que haviam crido nele: Se vocês permanecerem firmes na minha palavra, verdadeiramente serão meus discipulos. E conhecerão a verdade, e a verdade vos libertará.(Jo 8:31,32)
Em Deuteronômio 6, Deus disse ao povo que suas palavras deveriam ser prioridade em seus corações, e que eles precisavam transmiti-las a seus filhos. Nossos filhos não serão impactados se dissermos a eles que obedeçam a Palavra, mas eles não nos virem fazendo isso.

O discipulo ama seus irmãos (Jo 13:34b)
Cristo disse que o mundo saberia que Deus o enviou quando viesse o amor que temos uns pelos outros. Se nossos filhos nos ouvem ofendendo outro irmão, eles também devem nos ouvir pedir perdão por tal ato.

O discipulo verdadeiro ama as almas perdidas
Os ramos na videira, tem que dar frutos. (Jo 15:5)
Este fruto pode ser o fruto do Espirito mencionado em Gálatas 5, ou também o fruto colhido pela conversão através do evangelismo.
Os incrédulos certamente, se aproximarão do Salvador quando virem o fruto do Espirito frutificando em nossas vidas.

Pense nisso:
Se você fosse avaliado(a) por seu marido, esposa, filhos, qual seria sua classificação como discipulo(a) de Cristo?
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Selo Vale a pena acompanhar este blog

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Indicado pelo blog Mulher Adoradora, o Adoração em Familia indica:

Pulpito Cristão

Caderno de Receitas

Eu adorador

Palavra de Fé

Blog de Apologética

Caminhando na Graça, de graça

Blog da Paulinha

Alimentado da fé

Saber esperar

Reflexos Teológicos

Parabéns a todos! Que possas usar o blog para transmitir sabedoria da palavra de Deus aos que necessitam. Abraços!

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Serviremos a Deus

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Eyshila


Eu e minha casa serviremos a Deus

Eu e minha casa serviremos a Deus

Eu e minha casa serviremos a Deus

Serviremos a Deus


Minha família pertence ao Senhor

E tem prazer em agradá-lo

Nos esperamos em Suas promessas

Temos prazer em adorá-lo

Porque Ele é lindo, lindo Lindo como só Ele é

Porque Ele é lindo, lindo

Seremos tudo que Ele quiser

Porque Ele é Santo, Santo Santo como só Ele é

Porque Ele é Santo, Santo

Seremos tudo que Ele quiser
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Buscando à Deus com a familia

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Servir a Deus junto com a familia é muito bom.
Estar na presença do Pai com os filhos e esposo(a) é um privilégio de dEle pra nós.

Há muitas pessoas que ainda não tem a família toda servindo a Deus. Mas não desanime, continue orando sendo sábia(o), continue na presença do pai, deleita-te nEle e assim Ele concederá os desejos do seu coração.

Peça força em suas orações, peça sabedoria, paciência, e busque-o cada vez que surgir problemas na familia, para que como serva(o) de Deus possas ser luz e resolver da melhor maneira, e que também a glória seja dEle e para Ele.

Há casos também em que você seja de uma igreja e o esposo(a) de outra.

Ore a Deus e peça a resposta do céus pra vocês encontrarem a solução pra esse pequeno desencontro. É muito bom estar servindo a Deus, e ver a concretização da salvação em nosso lar, mas seria melhor estar todos juntos em uma só igreja, em um só templo.
Poder compartilhar da mesma Santa Ceia, das mesmas pregações e adorações.
Busque a Deus, de todo coração, exponha a Ele seu problema, seus desejos e espere resposta dEle pra que possam, você e seu esposo(a) servirem a Deus literalmente juntos. Já que somos uma só carne selados pelo amor e desejos do coração de Deus.

Para todas as família Deus tem um amor eterno, pois a mesma, foi constituida por Ele desde a criação do mundo.
Estar adorando ao Senhor Jesus e fazendo a obra dEle em família é muito bom, e se "ainda" não disfrutas desta bênção, espera um pouco mais, pois sua vitória chegará e "você e sua casa servirão ao Senhor".
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Adoração em família

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Há algumas ordenanças exteriores e meios de graça muito importantes que se insinuam claramente na Palavra de Deus, mas para seu exercício temos poucos, se é que há alguns, preceitos simples e positivos; melhor ainda será que os retiremos do exemplo de homens santos e de várias circunstâncias incidentais. Um importante fim se prova por esta disposição: o estado de nosso coração se converte numa prova. Pode servir para tornar evidente que, devido ao fato de que um mandamento expresso não pode ser trazido ao coração sem exigir seu cumprimento, os cristãos professos se descuidaram de uma responsabilidade claramente implicada. Deste modo, descobre-se mais do estado real de nossa mente e se torna manifesto se temos ou não um amor ardente por Deus e por Seu serviço. Isso se aplica evidentemente tanto à adoração pública como à adoração em família. Sem dúvida, não é de todo difícil comprovar a obrigação da piedade doméstica.

Considere primeiro o exemplo de Abraão, o pai dos fiéis e o amigo de Deus. Foi por sua piedade doméstica que recebeu uma bênção da parte do próprio Jeová: “Porque Eu o tenho conhecido, e sei que ele há de ordenar a seus filhos e à sua casa depois dele, para que guardem o caminho do Senhor, para agir com justiça e juízo” (Gn 18.19). O patriarca é aqui elogiado por instruir seus filhos e a seus servos na mais importante de todas as obrigações: “O caminho do Senhor”, a verdade acerca de Sua gloriosa pessoa, Suas elevadas afirmações a nosso respeito, Suas exigências para nós. Note bem as palavras: “Ele há de ordenar a seus filhos”; ou seja, ele usará a autoridade que Deus lhe havia dado como pai e cabeça de sua casa para fazer valer as responsabilidades da piedade familiar. Abraão também orava com sua família e a instruía: onde quer que armasse sua tenda, ali edificava um altar a Jeová (Gn 12.7; 13.4). Agora, meus leitores, bem podemos perguntar-nos: Somos “descendência de Abraão” (Gl 3.29) se não fazemos “as obras de Abraão” (Jo 8.39) e descuidamos da importante responsabilidade da adoração em família?

Os exemplos de outros santos homens são similares ao de Abraão. Considere a piedosa determinação de Josué, o qual declarou a Israel: “Porém eu e a minha casa serviremos ao Senhor” (24.15). Ele não permitia que nem os elevados postos que ocupava nem as prementes responsabilidades públicas que se acumulavam sobre si atraíssem sua atenção até o ponto de descuidar do bem-estar espiritual de sua família. Temos também Davi que, quando trouxe de volta a arca de Deus para Jerusalém com alegria e ação de graças, logo após liberar-se de suas responsabilidades públicas, voltou “para abençoar a sua casa” (2Sm 6.20). Além destes eminentes exemplos, podemos citar o caso de Jó (1.5) e o de Daniel (6.10).

Limitando-nos somente a um exemplo no Novo Testamento, pensamos na história de Timóteo, que foi criado num lar piedoso. Paulo lembrou da “fé não fingida” que havia nele e, acrescentou, “a qual habitou primeiro em tua avó Lóide, e em tua mãe, Eunice” (2Tm 1.5). Há alguma surpresa, então, que o apóstolo pudesse dizer-lhe: “Desde a tua meninice sabes as sagradas Escrituras” (3.15)?

Por outro lado, podemos observar quão aterradoras ameaças são pronunciadas contra aqueles que fazem pouco caso dessa responsabilidade. Perguntamo-nos quantos de nossos leitores têm considerado seriamente aquelas impressionantes palavras: “Derrama a Tua indignação sobre os gentios que não Te conhecem, e sobre as gerações [famílias] que não invocam o Teu nome” (Jr 10.25)! Quão insuportavelmente solene descobrir que as famílias sem oração são aqui associadas aos pagãos que não conhecem o Senhor. Não obstante, isso deveria surpreender-nos? Ora!, há muitas famílias pagãs que se reúnem para adorar a seus falsos deuses. E não envergonham com isso a milhares de cristãos professos? Observe também que Jeremias 10.25 registrou uma terrível imprecação igualmente para ambos grupos: “Derrama a Tua indignação sobre...”. Quão sonoramente deveriam falar-nos essas palavras!

Não é suficiente que oremos como indivíduos, em privado, em nosso lar; é-nos requerido que honremos a Deus também em nossa família. Pelo menos duas vezes por dia – pela manhã e pela tarde – toda a família deveria reunir-se para inclinar-se diante do Senhor, pais e filhos, patrões e servos, para confessar seus pecados, para dar graças pelas misericórdias de Deus, para buscar Sua ajuda e bênção. Não se deve permitir que nada interfira com esta obrigação: todas as outras necessidades domésticas devem ser adequadas a ela. A cabeça da família é quem deve dirigir as devoções, mas, se estiver ausente, ou seriamente enfermo ou é um incrédulo, então, a esposa deve tomar seu lugar. Em nenhuma circunstância deve-se faltar com a adoração em família. Se vamos desfrutar da bênção de Deus sobre nossa família, então, que seus membros se reúnam diariamente para o louvor e a oração. “Eu honrarei aos que Me honram”, é Sua promessa.

Um antigo escritor bem disse: “Uma família sem oração é como uma casa sem teto, aberta e exposta a todas as tormentas do céu.” Todas as nossas comodidades domésticas e bênçãos temporais brotam da generosidade amorosa do Senhor, e o melhor que podemos fazer em troca é reconhecer com gratidão, juntos, Sua bondade em relação a nós como família. As desculpas para o descumprimento dessa sagrada obrigação são vãs e sem valor. Que proveito terá, quando tivermos de dar uma explicação a Deus pela mordomia de nossa família, dizer que não tivemos tempo disponível, trabalhando duro da manhã até a noite? Quanto mais foram prementes nossas obrigações temporais, maior nossa necessidade de buscar socorro espiritual. Nenhum cristão pode alegar que não está qualificado para tal labor: os dons e os talentos se desenvolvem pelo uso e não pela negligência.

A adoração em família deve ser conduzida de maneira reverente, de coração e com simplicidade. Então, os pequenos vão receber suas primeiras impressões e formar suas concepções iniciais do Senhor Deus. Deve-se ter grande cuidado de não lhes dar uma falsa idéia do caráter divino, e, para isso, deve-se preservar o equilíbrio entre destacar Sua transcendência e Sua imanência, Sua santidade e Sua misericórdia, Seu poder e Sua ternura, Sua justiça e Sua graça. A adoração deve começar com umas poucas palavras de oração invocando a presença e a bênção de Deus. Deve-se seguir a isso a leitura de uma corta passagem de Sua Palavra e, depois, uns breves comentários. Podem ser cantados dois ou três versos de um Salmo. Conclua com uma oração de entrega às mãos de Deus. Mesmo que não sejamos capazes de orar eloqüentemente, devemos fazê-lo de todo coração. As orações que prevalecem são geralmente breves. Tenha cuidado de não cansar aos mais jovens.

As vantagens e as bênçãos da adoração em família são incalculáveis. Primeiro, a adoração em família prevenirá de muito pecado. Ela protege a alma, comunica um sentido da majestade e da autoridade de Deus, coloca verdades solenes na mente, faz com que desçam benefícios de Deus sobre o lar. A piedade pessoal no lar é um meio de influência poderoso, após Deus, para comunicar piedade aos pequenos. As crianças são principalmente criaturas de imitação, que amam copiar o que vêem em outros. “Ele estabeleceu um testemunho em Jacó, e pôs uma lei em Israel, a qual deu aos nossos pais para que a fizessem conhecer a seus filhos; para que a geração vindoura a soubesse, os filhos que nascessem, os quais se levantassem e a contassem a seus filhos; para que pusessem em Deus a sua esperança, e se não esquecessem das obras de Deus, mas guardassem os Seus mandamentos” (Sl 78.5-7).

Quanto das espantosas condições morais e espirituais das multidões de hoje podem ser resultado do descuido dessa responsabilidade por parte dos pais? Como podem aqueles que descuidam da adoração a Deus em família buscar nelas a paz e o consolo? A oração diária no lar é um meio de graça bendito para dissipar aquelas paixões malditas a que nossa natureza comum se encontra sujeita.

Por fim, a oração em família obtém para nós a presença e a bênção do Senhor. Há uma promessa de Sua presença, a qual é peculiarmente aplicável a essa responsabilidade. Veja Mateus 18.19,20. Muitos têm encontrado na adoração em família essa ajuda e comunhão com Deus, a qual buscavam, com menos resultado, na oração privada.
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